O programa “Faculdade Gratuita”, em elaboração no Governo do Estado, tem a parceria estipulada com as Universidades Comunitárias e existe um motivo para a opção da atual administração: todas as comunitárias prestam serviços de relevância à sociedade incluindo os que o próprio estado não consegue suprir a demanda, como os que envolvem o setor saúde. Recentemente foram discutidas por exemplo parcerias para a realização de cirurgias eletivas.
Universidades
As Universidades do Sistema Acafe, são todas comunitárias e o atendimento odontológico, atendimento médico, psicológico, fitoterapeuta entre outros programas somam mais de 1 milhão ao ano em Santa Catarina.
SeguirMais que isso, há também as bolsas filantrópicas, oferecidas aos estudantes pela própria Universidade. Os dados foram apresentados pela presidente do Sistema Acafe em Santa Catarina, reitora da Universidade do Extremo Sul Catarinense, Unesc, Luciane Ceretta.
A presidente da Acafe, Luciane Ceretta, lembra que as universidades comunitárias prestam serviços à comunidade – Foto: Divulgação/NDO entendimento da Acafe, que abriga as Universidades Comunitárias, é que recursos públicos devem ser destinados a instituições de origem pública e que reinvistam todos os resultados a bem do desenvolvimento do estado que é o que buscamos com o projeto do Governo do Estado, faculdade gratuita”, justifica a presidente da Acafe
Ela informa ainda que a Acafe auxilia na construção das premissas do projeto “Faculdade Gratuita” com informações acerca do setor de educação.
“Nós acreditamos que é um projeto que vai colocar Santa Catarina em destaque ainda maior em âmbito nacional porque obviamente na esteira do desenvolvimento de uma sociedade, social ou econômico, está a educação”, finaliza Luciane Ceretta.
O projeto “Faculdade Gratuita” é uma das promessas de campanha do Governador Jorginho Mello (PL), e envolve recursos na ordem de R$ 1,5 bilhões ao logo de todo o mandato. A Proposta de Emenda Constitucional (PEC), deve ser enviada à Assembleia Legislativa até o mês de abril para que possa passar a valer a partir do segundo semestre.
Na última semana, representantes da Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de SC (AMPESC), entraram no circuito para tentar modificar a proposta e apelam para que as universidades particulares sejam acrescentadas ao projeto.