A IPM Sistemas, empresa catarinense, foi uma das melhores do país para mulheres trabalharem. A avaliação das companhias foi feita pela consultoria global GPTW (Great Place to Work), que levanta os dados com avaliações respondidas de maneira anônima.
A empresa é especializada em soluções para cidades inteligentes e gestão pública e ficou entre as melhores no Ranking da GPTW Diversidade 2022 – na categoria Mulher.
Empresa catarinense é uma das melhores do país para mulheres trabalharem – Foto: IPM/Divulgação/NDCerca de 4 mil empresas brasileiras foram avaliadas pela consultoria, e apenas 491 passaram pela fase de qualificação. A IPM conquistou a 23ª posição entre as empresas com até 1 mil colaboradores.
SeguirEntre os itens avaliados estão: nível de satisfação, engajamento, confiança, orgulho de pertencer, e camaradagem, com relatos reais de experiências pessoais dentro da empresa.
Além disso, também entraram na avaliação a equidade, representatividade, oportunidades de desenvolvimento, reconhecimentos, mobilidade interna, presença na liderança, e equiparação salarial para mulheres.
“Esse reconhecimento nada mais é do que uma conquista merecida de todo o time IPM. Essa não é uma conquista minha, do time de Gente ou de outras lideranças: ela é de cada uma das mulheres que fazem a diferença na empresa”, comemora Lúcia Mees, gerente de Tecnologia & Inovação da IPM.
Para Lúcia, é gratificante saber que a IPM pode ser exemplo para mulheres e meninas, afinal, a empresa possui setores inteiros formados por mulheres.
A IPM pode ser exemplo para mulheres e meninas – Foto: IPM/Divulgação/ND“E friso que as mulheres que estão aqui, na IPM, conquistaram as suas posições por mérito próprio. São pessoas extremamente competentes e têm entregue resultados incríveis, sempre com postura ética, comprometimento, e engajamento”, afirma Lúcia.
Apesar disso, dados apontam que a participação das mulheres ainda é pouco expressiva entre as lideranças na gestão pública. Segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) cerca de 18,5% dos líderes são do sexo feminino, e na tecnologia, 12,7%, segundo o instituto de pesquisa Revelo.
“E em uma empresa de tecnologia para gestão pública, somos ao menos 30% em todos os níveis e todos os setores, do estágio à alta gestão, atingindo os 100% em setores inteiros”, diz Lúcia.
A gerente recorda de exemplos históricos que reforçam o protagonismo feminino em algumas das principais descobertas e avanços na tecnologia. Ada Lovelace, por exemplo, teve a ideia do primeiro programa de computador. Carol Shaw foi pioneira e inovadora no desenvolvimento de games.
“Apesar disso, as mulheres representam apenas 13,3% dos alunos de Computação e Tecnologia da Informação e Comunicação segundo pesquisa TIC”.
Para Lúcia, este reconhecimento é um estímulo para que as empresas atuem para impulsionar a diversidade na tecnologia e derrubem estereótipos de gênero que estão vivos em muitos lugares. “É importante destacar os exemplos das organizações que têm ações e resultados efetivos na mudança dessa realidade”.
Lúcia diz que “este resultado é uma série de ações que foram acontecendo de forma orgânica, natural, e que sempre soubemos que nos diferenciam, mas que agora temos a certeza de nos colocar em destaque a nível nacional.”
“Sabemos que estamos no caminho certo, com uma cultura que vem desde a fundação da IPM, há mais de 26 anos”, finaliza.