O país europeu para onde você pode emigrar sem cidadania busca latinos e paga quase 5 mil euros

Holanda oferece salários atrativos, alta qualidade de vida e não exige cidadania europeia para conceder visto de trabalho a latinos

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Guilherme Xavier Florianópolis

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capital da Holanda, país europeu que permite emigrar sem cidadaniaPaís europeu permite emigrar sem cidadania para trabalhar através de programa social – Foto: Freepik/ND

Para quem sonha em viver na Europa mas não conseguiu emigrar sem cidadania europeia, a Holanda surge como uma opção real e acessível, com  alto padrão de vida e remunerações que chegam a 4.800 euros mensais.

Brasileiros e outros latinos podem ter novas oportunidades de concorrer a um dos vistos oferecidos, com direito a trabalho, estudo e moradia legal por até um ano.

Por que tantos latinos querem trabalhar na Holanda?

O país oferece visto de trabalho temporário mesmo sem cidadania europeia, com permissão para trabalhar, estudar e circular por outros países da UE.

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Através do programa Working Holiday, o governo holandês oferece 100 vagas por ano para latinos. Os processos são simples e os requisitos são acessíveis, principalmente para quem tem entre 18 e 30 anos.

Benefícios para quem decide emigrar sem cidadania

O visto europeu de 2025 permite:

  • Viver legalmente na Holanda por 12 meses;
  • Trabalhar com até dois empregadores durante o período;
  • Estudar em instituições locais;
  • Circular livremente pela União Europeia.

De acordo com o site Datos Macro, o salário médio na Holanda chega a 4.800 euros por mês, dependendo da área e qualificação.

cidade em que o programa permite trabalhar na HolandaO programa Working Holiday está proporcionando visto temporário para trabalhar na Holanda  – Foto: Freepik/ND

Como solicitar o visto para trabalhar na Holanda

O processo é direto e envolve algumas etapas essenciais:

  • Agendar entrevista na embaixada;
  • Reunir documentos como passaporte, seguro e comprovante de fundos;
  • Obter o Número V;
  • Enviar os papéis finais por correio para o órgão migratório;
  • Retirar o passaporte com a autorização de residência.

Apesar do foco atual estar em argentinos, a tendência é que o programa se amplie para outros latinos – como brasileiros – nos próximos anos.