A situação relatada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual de Santa Catarina (Sintespe) é de urgência em relação aos 68 funcionários terceirizados do Sistema Nacional de Emprego (Sine). A informação é que estão sem receber salário e por isso com dificuldades para exercerem seus trabalhos.
Em Joinville são cinco trabalhadores terceirizados. – Foto: Divulgacão/O Trentino/NDA diretora do Sintespe, Sayonara de Araújo Pessoa, relatou sobre Joinville, Norte Catarinense como está a realidade neste momento. O Sine fica no último andar do edifício Manchester, bem no centro da cidade.
Ela explicou que os terceirizados de todo estado já entraram com rescisão direta no sindicato deles.
SeguirNo posto de Joinville são cinco terceirizados e que segundo o responsável do local, Magnus Klostermann (efetivo), as atividades normais seguem sendo realizadas, mas com atendimento em regime de contingência com ele mesmo recebendo quem procura. Problema é que esse servidor está entrando de férias e os outros dois efetivos fazem parte do Sine social (assistência social e psicóloga).
Na prática será um acúmulo para atender a demanda. “Joinville está com uma situação muito delicada e é necessário que o governo resolva”, disse a diretora.
Hoje em Santa Catarina, o Sine conta com 46 servidores efetivos e há pedido para repor muitos que se aposentaram ou mesmo pela demanda que aumentou nos últimos anos.
O órgão foi criado em 1975 com o objetivo de integrar as políticas de trabalho e emprego no Brasil. Dentre as ações desenvolvidas estão a intermediação de mão-de-obra, a habilitação ao seguro-desemprego, o atendimento psicossocial e o artesanato
Em contato com a assessoria do estado, já há ciência sobre a situação. Os detalhes do que será feito serão repassados (assim que recebidos serão atualizados).
A empresa responsável pelos contratos e contratação dos funcionários é a WG terceirização e serviços Ltda. O contato foi feito, onde assim que tiver resposta também será publicada.