Os Jogos Paralímpicos de Tóquio começam nesta terça-feira (24), e contará com quase duas semanas, onde mais de 1,4 mil participantes entrarão em busca da tão sonhada medalha paralímpica. Entre eles, 12 paratletas são de Santa Catarina.
Conheça:
- 1 de 12
Josiane Lima – Remo: Detentora da única medalha brasileiro em Jogos Paralímpicos no remo, a Manezinha da Ilha é presença garantida desde os Jogos Paralímpicos de 2008, em Pequim, quando a modalidade foi disputada pela primeira vez. Josiane Lima e Michel Pessanha (foto) serão os representantes no Double Skiff Misto na classe PR2 – Foto: Remo Brasil/Divulgação/ND - 2 de 12
Bruno Becker – natação: A vaga do nadador de Rio do Sul, no Alto Vale, veio após conquistar vitória na seletiva dos 200 metros nado livre, no CPB (Centro Paralímpico Brasileiro), em São Paulo. Além da vaga inédita, ele tem uma medalha de bronze conquistado nos Jogos Parapan-Amaricanos de Lima, no Peru, em 2019. – Foto: Redes Sociais/Reprodução/ND - 3 de 12
Matheus Rheine – Natação: Natural de Brusque, Matheus Rheine tem no currículo a conquista do ouro nos 400 metros livre, prata nos 50 metros e nos 100 metros dos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em 2019. – Foto: Washington Alves/CPB/ND - 4 de 12
Talisson Henrique Glock – natação: O joinvilense conquistou a primeira medalha mundial em Montreal, em 2013, nos 200 metros Medley da classe SM6. Além disso, tem um ouro no revezamento 4×100 metros, prata nos 100 metros costas nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, em 2019, por exemplo. – Foto: Instagram/Reprodução/ND - 5 de 12
Bruna Costa Alexandre – tênis de mesa: Natural de Criciúma, Bruna Costa conquistou duas medalhas de bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio, em 2016. Representante da Classe 10, Bruna também opstenta um bronze no individual e por equipes no Mundial da China de 2014- Foto: Francisco Medeiros/Fotos Públicas/ND - 6 de 12
Danielle Rauem – Tênis de Mesa: Danielle é mais uma grande esperança do Brasil na conquista de medalhas. Natural de Blumenau, a atleta de 23 anos é bicampeã nos Jogos Parapan-Americanos, em Lima 2019 e Toronto 2015. Além disso, ganhou um bronze por equipes na classe 6-10 nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 – Foto: Alê Cabral/CPB/ND - 7 de 12
Ymanitu Geon da Silva – Tênis em cadeira de rodas: O tenista de Tijucas vem em busca do seu primeiro pódio nos Jogos Paralímpicos. Anteriormente, ele ficou na 5ª colocação da disputa dos jogos do Rio de Janeiro. Além disso, detém o ouro no individual e prata nas duplas no Campeonato Sul-Americano do Chile em 2014 – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/ND - 8 de 12
Valdeni da Silva Junior – Remo: O Manezinho da Ilha chega com moral após conquistar o segundo lugar no qualificatório para os Jogos de Tóquio no quatro com misto da classe PR3. Valdeni Junior da Silva iniciou a trajetória no Remo em 2018, quando entrou no Exército e fez parte da equipe de atletismo – Foto: Remo Brasil/Divulgação/ND - 9 de 12
Edilene Boavenura – Maratona: A maratonista de Jaraguá vem para o seu primeiro Jogos Paralímpicos. Após nascer com retinose pigmentar, causando a perda de visão, Edilene Boaventura começou no esporte apenas para perder peso, em 2017, mas logo migrou para a maratona – Foto: Internet/Reprodução/ND - 10 de 12
Ana Paula Madruga de Souza – Remo : Natural de Lages, na Serra catarinense, Ana Paula Madrugada de Souza começou a trajetória no remo em 2009, quando buscou uma associação de deficientes físicos para conseguir lidar melhor com a escleroso sistêmica. Para chegar aos Jogos de Tóquio, ela ficou em segundo lugar no misto PR3 – Foto: Divulgação/Clube Náutico Francisco Martinelli - 11 de 12
Jorge Luís Camargo Fonseca – Triatlo : Natural de Rio Negrinho, Jorge sofreu um acidente de motocicleta no ano de 2006, que lhe deixou o braço direito imóvel. Em 2020, ele optou por amputar o membro, segundo informou o Comitê Paralímpico. Jorge tem conquistas marcantes na carreira como a prata na Copa do Mundo em 2019 – Foto: Divulgação/CBT - 12 de 12
Edenilson Roberto Floriani – Atletismo: O atleta de 31 anos, natural de Joinville, é o atual recordista mundial no lançamento de dardo. O catarinense sofreu um acidente há cerca de 10 anos, que lhe causou uma atrofia no joelho e nas articulações do lado esquerdo do quadril, segundo informou o Comitê Paralímpico. – Foto: Divulgação/ND
Tópicos relacionados