Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

A retirada recorde da poupança é uma notícia ruim, mas pode ser uma boa

Nos últimos dois anos, em razão da pandemia, ninguém viajou, raras foram as idas a restaurantes, bares, shows e o trabalho em home office limitou a compra de roupas e calçados

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A notícia de que o investimento em poupança teve retirada recorde causa, em um primeiro momento, a impressão de que isso resulta unicamente de um empobrecimento geral dos brasileiros, portanto, é uma notícia muito ruim. No entanto, pode ser uma boa.

Foto: Reprodução/NDFoto: Reprodução/ND

Nos últimos dois anos, em razão da pandemia, ninguém viajou, raras foram as idas a restaurantes, bares, shows e o trabalho em home office limitou a compra de roupas e calçados, de forma que houve economia de gastos o que engordou a poupança.

No presente ano, com a vida voltando ao normal, retornaram as viagens, os shows, a frequência a restaurantes e bares. Também houve a redução do trabalho em home office obrigando a ida às compras e tudo isso gerou a necessidade de se utilizar parte do dinheiro depositado na poupança ou que, até então, era destinado para ela.

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E os idosos, os maiores aplicadores nesse tipo de investimento, felizes por haverem sobrevivido à pandemia e tendo sido despertados para a fragilidade da vida, estão pensando mais em aproveitar o tempo de vida que lhes resta do que guardar o dinheiro, que assim circula, oxigenando a economia. Então a retirada recorde da poupança é uma boa notícia.

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