A garotada da Chapecoense derrota os experientes jogadores do Avaí em Itajaí

Em jogo atrasado da segunda rodada, o Avaí perdeu para o jovem time da Chapecoense: 2 x 1. No fim da partida, muitas reclamação sobre o pênalti marcado pelo árbitro Rafael Trac

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A partida do Avaí nesta tarde de quinta-feira (11) diante da Chapecoense em Itajaí, em jogo atrasado da segunda rodada foi ruim, mesmo que o time da capital tenha dominado em jogo em vários momentos.

Avaí é derrota pela Chapecoense. Tabu de 9 jogos mantido. – Foto: André Palma Ribeiro/Avaí/NDAvaí é derrota pela Chapecoense. Tabu de 9 jogos mantido. – Foto: André Palma Ribeiro/Avaí/ND

Nos minutos finais do jogo, eram os garotos da Chapecoense que tocavam a bola para os lados, administrando com inteligência a vitória por 2 x 1, fazendo o tempo passar, enquanto que os experientes atletas do treinador Claudinei Oliveira arriscavam chutões para frente no desespero de chegar ao gol de empate.

Se os objetivos do time da Ressacada são grandes para este estadual, Copa do Brasil e Brasileiro da Série B, é preciso qualificar este time, sem criar ilusões pelas duas vitórias diante do Juventus e Figueirense na Ressacada.

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Outra constatação, é preciso urgentemente rejuvenescer a defesa do Avaí, ou o torcedor que se prepare para grandes emoções nesta temporada. No primeiro gol, Alemão deixou o atacante sozinho e no pênalti inventado pelo fraco árbitro Rafael Traci, Betão foi inocente na jogada. Uma derrota que serve de alerta no Sul da Ilha enquanto é tempo de arrumar a casa.

Muitas Reclamações

Após o apito final da partida, o árbitro Rafael Traci foi alvo de muitas reclamações por parte do time e comissão técnica do Avaí por causa do pênalti duvidoso marcado e pela sua conduta no gramado ao virar as costas para os jogadores nas reclamações.

Segundo a assessoria de comunicação do  Leão da Ilha em grupo no grupo de setoristas do WhatsApp, “o árbitro chamou o atleta Bruno de palhaço. E o diretor de árbitros da FCF, Marco Antônio Martins chamou o técnico Claudinei Oliveira de bobo. Ainda segundo a mensagem, “Marco Antônio era o delegado especial”.

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