Toda copa do mundo deixa um legado. Pode ser positivo como intervenções para deixar o futebol mais dinâmico e justo, como pode deixar como legado a utilização de um monte de cabeças de áreas. Tudo depende do momento e da situação em que o futebol vive. Mas um legado poderia ser deixado para o futebol brasileiro e mundial deste mundial.
Rapahel Claus, árbitro brasileiro; por lá, a orientação que ele recebeu dos dirigentes da FIFA é muito diferente das que recebe por aqui da CBF. – Foto: Adrian Dennis/AFP/Divulgação/NDAlô CBF, presta bastante atenção. Nessa copa do mundo do Catar nenhum goleiro simulou lesão após praticar alguma defesa. Nessa copa do mundo, os acréscimos são reais e não aqueles “três minutos” que os árbitros brasileiros praticam por aqui em nossos gramados. Nos gramados do Catar, o tempo em que um jogador está no chão é levado em conta, assim como as substituições e até o tempo que os atletas comemoram os seus gols. Tudo de forma justa, honesta e rigorosa.
Ou seja, o futebol tem, como está lá no regulamento, que ter 45 minutos de bola rolando: assim como deve ser. Que este seja o legado para a comissão de arbitragem da CBF e aplicado então por aqui nos estaduais, na Copa do Brasil e na Brasileiro. O futebol agradece!
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