A Arábia Saudita vai comprar todo mundo e acabar com o futebol dos outros países. A frase tem se repetido em vários cantos do mundo. De olho na Copa do Mundo de 2023, o país tem jogado pesado. Mas não é a primeira vez que um país tenta monopolizar o futebol do mundo.
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Se o fantasma hoje atende pelo nome da Arábia Saudita, que já investiu em nomes como Cristiano Ronaldo e Karim Benzema, outros países já jogaram pesado no passado. E é isso que o MAIS QUE UM JOGO quer relembrar agora.
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Abaixo algumas ligas que tiveram grande protagonismo:
Colômbia (1948)
Di Stéfano brilhouna Colômbia – Foto: Real Madrid/DivulgaçãoA Colômbia foi o primeiro país a criar problemas para os outros com altos investimentos. Em 1948 o bilionário Alfonso Senior assumiu a presidência do Millonarios de Bogotá. Foi o ponto de partida para a criação de uma liga pirata.
Com jogadores argentinos em greve e a Europa vivendo um cenário nada agradável após a Segunda Guerra Mundial, a Colômbia passou a contratar jogadores para esta liga pirata, chamada Dimayor.
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Não havia limites de estrangeiros e muito dinheiro rolando. Foi fácil atrair nomes como Di Stefano e Heleno de Freitas. Vieram até jogadores da Europa, como Charles Mitten, que tinha se destacado no Manchester United.
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Após três anos, sob pressão da Fifa, a Federação Colombiana de Futebol acabou com a festa de uma maneira curiosa: passou a oficializar a Liga, que teria que seguir as regras da entidade.
Itália (Anos 80)
Maradona brilhou nos anos 80 na Itália – Foto: YoutubeA Itália se tornou o destino de grandes craques do futebol mundial nos anos 80. Com o mundo ainda longe da globalização e os demais países da Europa fechados para a chegada de estrangeiros, o país da Bota jogou pesado em uma liga de estrelas.
Com muitos milionários investindo em clubes, como Silvio Berlusconi por exemplo, a Itália passou a ter seus campeonatos transmitidos para todo o mundo. Por lá passaram craques como Zico, Toninho Cerezo, Paulo Roberto Falcão, Sócrates, Maradona, Platini, Gulit e outros.
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Com a crise econômica nos anos 90, o país começou a ganhar a concorrência de outras ligas da Europa, já abertas a estrangeiros.
China (anos 2000)
Futebol chinês já foi protagonista – Foto: (Foto: Divulgação)A China tentou ser uma potência no futebol mundial e na década passada jogou pesado no mercado em busca de jogadores. Vários países foram vítimas do domínio financeiro dos chineses.
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Aqui no Brasil a maior vítima foi o Corinthians, que viu a China levar craques como Gil e Renato Augusto. Conca, Hulk, Alex Teixeira e Jackson Martínez foram alguns dos nomes que também atuaaram no país asiático.
Arábia Saudita (Atualmente)
Luís Castro trocou o Botafogo pela Arábia Saudita – Foto: Reprodução/NDSe o futebol da Arábia Saudita tirou do Brasil o técnico Luís Castro, do líder Botafogo, na Europa já contratou nomes de peso. Karim Benzema, por exemplo, largou o Real Madrid para fazer companhia a outros grandes nomes, como Cristiano Ronaldo. Chegou a vez da Arábia Saudita.
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