IGOR BOHN – No começo da segunda etapa realizou três defesas incríveis em sequência, evitando o gol de empate do Figueirense. Atuou com personalidade. NOTA 9
THALES OLEQUES (C) – Já elogiado pelo treinador Alex de Souza, cumpre o determinado com disciplina tática. – NOTA 6
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SeguirFELIPE SILVA – O futebol de sempre: seguro e com personalidade, apesar da pouca idade. NOTA 8
ROBERTO – Após um início inseguro, onde errou um passe que gerou ataque do Figueirense, o zagueiro cresceu com a partida em andamento. NOTA 7
THIAGO ROSA – Se não teve uma atuação brilhante, fez a torcida esquecer da ausência do Natanael. NOTA 7
(FABRÍCIO BAIANO) – Só a jogada do gol do Waguinho, já valeu a sua estreia com camisa do Avaí. Inteligente e bom marcador, vai ajudar muito a equipe. NOTA 7
GIVA – Nos primeiros 15 minutos parecia ‘deslocado” em campo. Assim que entrou no jogo, com jogadas inteligentes, o Avaí cresceu na partida. NOTA 8
(IGOR DUTRA) – Entrou com o jogo praticamente definido e não comprometeu. NOTA 6
RANIELE – Iniciou o jogo sobrecarregado no setor, enquanto o Giva e Robinho não “entravam” na partida. Depois atuou com a mesma entrega e regularidade de sempre. – NOTA 8
(DENTINHO) – Entrou e não comprometeu o desempenho da equipe. NOTA 6
ROBINHO – Assim como o Giva, demorou a entrar no jogo nos minutos iniciais que o Figueirense dominou o seu setor. Mas quando apareceu fez o time girar e jogar bem. NOTA 8
(EDUARDO) – Entrou para fazer aquilo que melhor sabe: marcar. NOTA 5
RICARDO BUENO – Merecia sair de campo com o seu primeiro gol marcado pelo clube. NOTA 8
WAGUININHO – Jogou muita bola no clássico. Além de marcar o seu gol, abriu espaços e deu assistências para os seus companheiros. NOTA 9
FELIPINHO – Não faltou disposição na primeira etapa, mas poderia ter rendido mais em campo no segundo tempo até ser substituído. NOTA 6
(ANDREY) – O “prata da casa” entrou para preencher o meio de campo, quando o Figueirense era melhor. Não só cumpriu como marcou um gol decisivo para o jogo. NOTA 9
ALEX DE SOUZA – O mérito do treinador foi ter entendido a dimensão do clássico: pelas suas palavras durante a semana e pela postura “eficiente” do Avaí em campo. Foi feliz em todas as substituições. Precisa corrigir, o domínio que o Figueirense teve na partida no início dos dois tempos da partida. E o próprio reconheceu isso na coletiva afirmando que “temos muita coisa para arrumar ainda”.
Torcida lotou as arquibancadas no clássico em que o Avaí derrotou o Figueirense pelo placar de 4 a 0. – Foto: Fabiano Rateke/Avaí FC/Divulgação/ND