Bastidores político da volta do futebol

As trapalhadas políticas no retorno do futebol em Santa Catarina. A reviravolta em apenas dois dias.

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Após as ameaças de que os jogos restantes do campeonato catarinense fossem marcados para o estádio do Paraná, em Curitiba, o governador Carlos Moisés voltou atrás na sua decisão no domingo à noite e liberou o futebol aqui no estado. Caso os nossos times fossem jogar no estado vizinho, marcaria mais desgaste político e a desmoralização completa de um governo envolvido até a medula com casos de superfaturamento e com o impeachment batendo na sua porta.

Esse foi um dos argumentos que “pesou” e muito na reviravolta. Se a mudança de ideia de sexta para domingo foi uma decisão política do governador Carlos Moisés, o agradecimento que o presidente Rubens Angelotti da FCF publicou nas redes sociais, foi no mesmo tom.

Seguindo em frente, a bola volta a rolar. Os clubes se mobilizam nos treinamentos e na logística das viagens.

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Sem a presença da torcida, Avaí, Juventus e Joinville precisam dar a volta por cima para avançarem até as semifinais. Chapecoense, Figueirense e Brusque entram em campo para administrar as vantagens obtidas nos jogos da ida. E Marcílio Dias e Criciúma fazem um confronto aberto, com leve favoritismo para o time de Itajaí e joga no seu estádio.

Bom, nos dois confrontos do rebaixamento entre Tubarão e Concórdia, ai é desespero.

A bola vai rolar.

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