Francisco Battistotti, presidente do Avaí – Foto: Flávio Tin/NDNo início da tarde desta sexta(22) o meu telefone tocou e do outro lado linha, o presidente do Avaí, Francisco Battistotti. Tranquilo, sereno e de fala pausada, o gestor reiterou para a coluna que no final do ano vai deixar o clube melhor do que pegou. E garantiu que os salários serão deixados em dia, já que o clube tem dinheiro para receber. Complementou dizendo que a pandemia abalou o financeiro de todas as equipes do futebol brasileiro “quem não deve?”.
Chateado, disse que não vai mais atender a este colunista, pois a “oposição raivosa” usa as opiniões deste espaço para pegar no seu pé e desrespeitá-lo. Battistotti, turbulências à parte em qualquer gestão é um cara do bem. Isso é inquestionável, e nunca por parte deste colunista foi alvo de alguma dúvida no seu caráter ou lado pessoal. E, atrás daquela cara de turrão, há uma boa e correta pessoa. Um cara da cidade, que gosta de curtir momentos ao lado da sua família, andar no meio da torcida e trocar ideias.
Sobre a sua queixa de que não vai mais responder aos meus questionamentos, é situação de momento, compreensível. Logo, logo a maré baixa, e o presidente voltará a trocar mensagens com este humilde jornalista, como sempre aliás, atencioso e disponível. É isso, presidente, o senhor é o gestor do Avaí e eu sou colunista. E como jornalista não vou abrir mão, respeitos à parte, de criticar e elogiar quando necessário.
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