Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Bomba: Acerto entre CBF e FCF de R$ 180 milhões pode ir parar na justiça

Prefeitura de Balneário Camboriú e a Federação Catarinense de Futebol preparam a doação de um imóvel (terreno) avaliado em  R$ 180 milhões ao lado da sede da FCF, em Baln. Camboriú.

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Sede da FCF em Balneário Camboriú – Foto: Divulgação/FCFSede da FCF em Balneário Camboriú – Foto: Divulgação/FCF

Prefeitura de Balneário Camboriú e a Federação Catarinense de Futebol preparam a doação de um imóvel (terreno) avaliado em  R$ 180 milhões ao lado da sede da FCF, em Camboriú. para a Confederação Brasileira de Futebol – CBF.  O Projeto de Lei no122/202 já foi aprovado pela Câmara de Vereadores e destina valores recebidos a título de tributos municipais por construções civis(ICON e ECAD). A “concessão real de direito de uso não onerosa” do imóvel público por 50 anos prorrogada por mais 50 anos, que não pode ser destinada a entidades com fins lucrativos (CBF), tem como única contrapartida o empréstimo do campo, pela CBF, às escolas municipais. “Empréstimo” por 100 anos?

O mais do que nunca saudoso Delfim de Pádua Peixoto, ex-Presidente da Federação Catarinense de Futebol e morto no acidente aéreo da Chapecoense deve estar se remoendo lá em cima. Sofreu muito para construir sua sede da Federação e foi preterido pela entidade máxima do futebol quando era seu direito de assumir o cargo de Presidente da CBF. Em 2015, sob sua batuta, o futebol catarinense tinha quatro times na Séria A do Campeonato Brasileiro, só ficando atrás do Estado de São Paulo. Eram: Avaí (Nilton Machado (Nilson Zunino faleceu em dezembro de 2014)); Chapecoense (Sandro Pallaoro); Joinville (Nereu Martinelli) e Figueirense (Wilfredo Brillinger).

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Que falta que faz um grande dirigente de Futebol. Se alguém prejudicava um time catarinense Delfim ia lá e dava esporro, aí no próximo jogo os árbitros já vinham com medo de errar. Bons tempos!

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