O Vitória conquistou o título da Série B com duas rodadas de antecedência por conta do empate do Criciúma com o Guarani, na última terça-feira. Pablo Diogo, lateral do clube, comemorou a conquista e desabafou sobre sua recente passagem pela Chapecoense.
Pablo Diogo jogou na Chapecoense em 2022 – Foto: Julia Galvão/Divulgação/NDNas redes sociais, o jogador disse que o título ocorre um ano depois de uma humilhação vivida no clube verde e branco.
“Nesta mesma data do ano passado, após enfrentar uma humilhação na Chapecoense e ser afastado sem entender o motivo, tive que olhar para minha família e mostrar que estava bem com a situação, mas, na realidade, estava destruído. Tive que sair quase chutado, pois ninguém conta a verdade”, escreveu.
Com a camisa alviverde, Pablo Diogo fez 15 jogos e deu uma assistência. Ele deixou o clube em agosto de 2022 – antes de novembro -, quando acertou com o Operário-PR, onde fez quatro jogos e foi rebaixado.
Seguir“Infelizmente, tivemos a infelicidade de cair para a Série C no ano de 2022, mas quis o Papai do Céu que no ano seguinte eu fosse campeão”, completou Pablo Diogo.
Com a camisa do Vitória, o jogador fez cinco partidas, todas saindo do banco de reservas. Antes de ir para o Leão, o jogador esteve no Santo André, onde atuou por 12 vezes.
Confira o relato completo do ex-jogador da Chapecoense
“O futebol é realmente apaixonante, e o mais importante é reconhecer que Deus sempre fez e continua fazendo milagres. Nesta mesma data do ano passado, após enfrentar uma humilhação na Chapecoense e ser afastado sem entender o motivo, tive que olhar para minha família e mostrar que estava bem com a situação, mas, na realidade, estava destruído. Tive que sair quase chutado, pois ninguém conta a verdade. No entanto, com humildade e sabendo que Deus estava no controle, fui para o Operário.
Infelizmente, tivemos a infelicidade de cair para a Série C no ano de 2022, mas quis o Papai do Céu que no ano seguinte eu fosse campeão. Quero agradecer a Deus, como sempre, pois sempre fui o improvável. Ele ama exaltar o nome dele dessa forma.
Agradeço ao Vitória por vivenciar este momento com todos os companheiros e essa torcida maravilhosa, que é sem dúvida apaixonada, surreal e contagiante. Não estava em meus planos, mas nos planos de Deus sim. Agora escrevemos o nosso nome na história. Pode passar o tempo que for, nossa carinha e nosso nome estarão lá, azar. E por último, missão dada é missão cumprida”
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