Casas noturnas da Espanha exigem ‘punição exemplar’ em caso de estupro envolvendo Daniel Alves

Entidades e órgãos ligados ao turismo e lazer na Espanha pedem rigidez e punição exemplar caso seja comprovada a culpa do jogador brasileiro no caso de estupro

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Redação ND Florianópolis

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Após as polêmicas envolvendo o jogador Daniel Alves, acusado de estupro, entidades e órgãos ligados ao turismo e lazer na Espanha pedem rigidez e punição exemplar caso seja comprovada a culpa do atleta. As informações são do portal R7.

Casas noturnas da Espanha exigem punição exemplar caso Daniel Alves seja culpado das acusações – Foto: Redes Sociais/Reprodução/Divulgação/NDCasas noturnas da Espanha exigem punição exemplar caso Daniel Alves seja culpado das acusações – Foto: Redes Sociais/Reprodução/Divulgação/ND

A Fecasarm (Associação de bares, restaurantes e casas noturnas da Catalunha) e Spain Nightlife (órgão estatal ligado ao turismo na Espanha) entregaram uma petição ao Tribunal de Instrução 15 de Barcelona. O texto enviado à corte que está julgando o suposto caso de estupro praticado pelo atleta, solicita que os representantes do setor façam parte da acusação contra o jogador.

A agressão sexual teria acontecido em um banheiro na área VIP da casa noturna Sutton, localizada em um bairro nobre de Barcelona. A boate ajudou a suposta vítima, inclusive chamando a polícia e além disso, entre as testemunhas estão funcionários do local.

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O secretário-geral das duas entidades, Joaquim Boadas, em entrevista ao site Europa Press, afirmou que a petição foi entregue à Justiça como “prevenção da intimidação geral e para evitar futuras ações semelhantes em locais de diversão noturna ou nas suas proximidades.”

Boadas afirmou ainda que, caso seja confirmada a culpa de Daniel Alves, que ele receba uma punição que sirva de exemplo para que outras pessoas não repitam as ações do lateral-direito.

“[Possível punição] serve também como medida dissuasora para outras pessoas que pensam que podem vir a uma discoteca ou a um espaço de diversão noturna e cometer um crime de atentado contra a liberdade sexual de uma pessoa. Eles saberão que isso não ficará impune.”

E finalizou dizendo: “que esse caso marque um antes e depois em termos de condutas deste tipo em locais de diversão noturna. Que esse caso sirva para que muitos outros que aconteceriam no futuro não se verifiquem.”

*As informações são do portal R7.

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