A permanência (ou não) de Thomás Bedinelli é a grande expectativa deste momento na janela de transferências da Chapecoense. O meia de 29 anos acabou a temporada em alta com a torcida, e o Verdão se esforça para manter o jogador.
Thomás Bedinelli ganhou popularidade com a torcida – Foto: Alessandra Seidel/Chapecoense/NDLogo após o encerramento da Série B, a Chapecoense encaminhou uma proposta de permanência ao estafe do jogador. Ouviu uma contraproposta e agora fez uma nova, no teto do que pode pagar ao atleta.
O jogador, por sua vez, já deixou claro que gostaria de permanecer no Oeste do estado. A rápida identificação com a torcida e a adaptação à cidade foram determinantes para alimentar o desejo.
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Quinze jogos, dois gols e duas assistências, foram suficientes para o carioca despertar o carinho da torcida alviverde. Contratado na última janela de transferências do futebol brasileiro, demorou pouco para assumir a titularidade.
Além disso, se tornou uma liderança no vestiário, tanto que foi capitão no último jogo da Chapecoense na Série B do Brasileirão.
A diretoria também gostou do jogador. Visualizou nele valores que são condizentes com o perfil do povo oestino, de muita dedicação e trabalho.
O cenário está pronto. Basta o aceno positivo para a Chapecoense ter o seu camisa 10 para 2023. No entanto, isso só deve ocorrer na próxima semana.