Chapecoense precisa ter cuidado com a questão mental

Pelo segundo jogo consecutivo o time sofre queda de desempenho após estar em vantagem

Receba as principais notícias no WhatsApp

A Chapecoense venceu com facilidade o Camboriú, por 3 a 1, na noite de quinta-feira. No entanto, o time mostrou algumas fragilidades de ordem de inteligência emocional pelo segundo jogo seguido.

Bruno Nazário (ao centro) marcou o primeiro gol da Chapecoense, na partida desta quinta-feira – Foto: Tiago Meneghini/ACF/DivulgaçãoBruno Nazário (ao centro) marcou o primeiro gol da Chapecoense, na partida desta quinta-feira – Foto: Tiago Meneghini/ACF/Divulgação

Apesar de estar em vantagem numérica e com 1 a 0 no placar, a Chapecoense cedeu o empate no primeiro tempo. E não tem problema, mérito do adversário.

A questão é que pouco tempo depois da expulsão de Bruno Leite, o time parou de jogar. Parou de forçar a partida para buscar um resultado melhor. Ficou acomodado até levar o gol.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

No segundo tempo, manteve a tensão até fazer o segundo gol, e de novo relaxou. O 3 a 1 saiu em um contra-ataque, mas antes disso correu o risco de levar o empate novamente.

Contra o Concórdia, no empate em 2 a 2, o time alviverde largou em vantagem de dois gols e cedeu o empate. De novo a falta de concentração e uma postura que deu a entender que o time acredita que vai fazer a vitória de qualquer maneira.

Tanto no jogo contra Concórdia, como Camboriú, faltou objetividade e afinco para liquidar o jogo. Não tem a ver com intensidade, mas com desejo de vitória.

Isso é algo que precisa ser corrigido nas vitórias, porque tem a ver com espírito coletivo. Liderança dentro de campo. É uma conversa dos jogadores com os jogadores.

A Chapecoense faz uma campanha segura no Campeonato Catarinense, mas não pode acreditar que não há ajustes a serem feitos.