Assim como na maioria dos clubes brasileiros, o cargo de treinador é uma verdadeira ciranda, onde a ausência de resultados imediatos fazem o cargo ter uma grande rotação. No Figueirense não é diferente, sendo 15 treinadores nos últimos cinco anos.
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Por conta disso, a reportagem do ND+ fez um levantamento de como foi o trabalho dos profissionais sob a batuta do elenco do Furacão do Estreito. Confira:
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Hudson Coutinho (2015): Assim como aconteceu com Márcio Coelho, recentemente, Hudson Coutinho “subiu” do cargo de auxiliar-técnico e assumiu o lugar de Renê Simões, em dezembro de 2015. Além de livrar o Furacão do Estreito do rebaixamento daquele ano, no total, foram 20 partidas, com seis vitórias, seis empates e oito derrotas – aproveitamento de 40%. Porém, Coutinho retornou para a função de auxiliar em fevereiro do ano seguinte. – Foto: Eduardo Valente/Arquivo/ND - 2 de 15
Vinicius Eutrópio (2016): Após uma passagem entre 2013 e 2014, Vinicius Eutrópio retornou no início da temporada de 2016. No entanto, o desempenho nos quatro meses em frente do time não agradou a diretoria por conta da entrada do clube na zona de rebaixamento da Série A. Neste período, disputou 30 jogos, sendo 12 vitórias, 10 empates e oito derrotas – Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC - 3 de 15
Argel Fuchs (2016): Argel veio para a sua terceira passagem pelo Scarpelli. No entanto, não durou muito como nos outros trabalhos. Após uma derrota para o Cruzeiro por 2 a 1, a diretoria do Alvinegro anunciou a saída do técnico que comandou o Figueira em apenas oito partidas, sendo apenas uma vitória, quatro empates e três derrotas – Foto: Daniel Queiroz/Arquivo/ND - 4 de 15
Tuca Guimarães (2016): Após a saída de Argel, o auxiliar Tuca Guimarães fez sua estreia logo diante do Flamengo, pela Copa Sul-Americana, onde venceu por 4 a 2. Porém, o início animador não foi o suficiente para manter Tuca no cargo. Em cerca de três meses de trabalho, foram três vitórias, um empate e quatro derrotas – Foto: Divulgação/Figueirense/ND - 5 de 15
Marquinhos Santos (2016): A receita do rebaixamento vinha sendo cumprida a risca. Sendo assim, o Figueirense anunciou a chegada de Marquinhos Santos, que deixava o Fortaleza, para rumar ao Scarpelli em setembro. A situação não era fácil, a equipe somava apenas 28 pontos e se encontrava na 17ª colocação. Mesmo com 20% de aproveitamento, sendo o pior dos quatro treinadores da temporada, foi mantido no cargo para 2017. Porém, não resistiu após a eliminação da Copa do Brasil, para o Rio Banco, ainda na 1ª fase. No total, foram 19 jogos, quatro vitórias, quatro empates e 11 derrotas – Foto: Divulgação/Figueirense/ND - 6 de 15
Márcio Goiano (2017): A diretoria não demorou e logo anunciou um velho conhecido da torcida, Márcio Goiano. Mas o treinador ficou apenas quatro meses no comando da equipe porque não resistiu à sequência de resultados ruins na Série B. Em sete jogos pela segundona, foram duas vitórias, três derrotas e dois empates. No total, foram 21 partidas, sendo apenas quatro vitórias, nove empates e oito derrotas – Foto: Lucas Sampaio/Arquivo/ND - 7 de 15
Marcelo Cabo (2017): Um dia após a saída de Márcio Goiano, a diretoria anunciou o técnico Marcelo Cabo, que havia se sagrado campeão da Série B, da temporada passada, pelo Atlético-GO. Porém, após o início ruim, o time afundando na zona de rebaixamento, a diretoria preferiu romper com o técnico. Em 10 jogos, foram dois empates, duas vitórias e seis derrotas – Foto: Divulgação/Figueirense/ND - 8 de 15
Milton Cruz (2017): Vindo para ser o 4ª treinador naquela Série B, Milton Cruz conseguiu fazer grande feitos sob o comando do Figueira. Primeiro, livrou a equipe do rebaixamento para a Série C e terminou em 12ª. Além disso, se sagrou campeão catarinense em 2018. Em um ano e um mês, foram 68 jogos, 31 vitórias, 21 empates e 16 derrotas. Segundo ele, as justificativas para sua demissão foi por conta de “pressão externa” – Foto: Divulgação/Figueirense/ND - 9 de 15
Rogério Micale (2018): Mais uma vez, a diretoria do Alvinegro agiu rápido e escolheu o nome de Rogério Micale para a sequência da Série B. Porém, a seu pífio desempenho com seis derrotas, cinco empates e apenas uma vitória durou apenas dois meses. Na época, Micale revelou a reportagem do ND+ que estava para completar três meses sem salários – Foto: FFC/divulgação/ND - 10 de 15
Hemerson Maria (2019): Manezinho da Ilha, Hemerson Maria chegou em novembro de 2018 e participou de um dos momentos mais conturbados da história do Figueirense, quando o clube estava para romper com a Elephant S.A. Desde então, foram 34 partidas com 14 vitórias, 14 empates e seis derrotas. Ao comunicar sua saída, Hemerson Maria desabafou sobre a situação que o Furacão do Estreito passava e demonstrou descontentamento – Foto: Divulgação/ND - 11 de 15
Vinícius Eutrópio (2019): A última passagem de Vinicius Eutrópio ficou marcadas, mas, infelizmente, por um péssimo fator. Seguindo a crise já vivida por Hemerson Maria, Eutrópio era o treinador da equipe durante o W.O. com o Cuiabá. Em menos de três meses, o treinador abandonou o boné depois de oito jogos, sendo dois empates e seis derrotas (somando o W.O.) – Foto: Divulgação/ND - 12 de 15
Pintado (2019): Mais uma vez, a diretoria do Figueirense foi buscar alguém para salvar o ano e o time do rebaixamento para a temida Série C. Dessa forma, a diretoria anunciou, em outubro, a contratação do técnico Pintado, que passou pelo clube em 2008. Na ocasião, chegou com o Figueira na laterna da Série B, sendo quatro pontos do primeiro time fora do Z4. Mesmo após evitar o rebaixamento, o treinador deixou o clube no fim da temporada – Foto: Estadão Conteúdo/ND - 13 de 15
Márcio Coelho (2019): Ele já havia assumido o time em algumas oportunides entre as diversas trocas de treinadores. Porém, a diretoria do Alvinegro resolveu dar um voto de confiança e efetivou o profissional que estava no clube desde 2011. Porém, o treinador teve um péssimo início de Série B, foi eliminado na Copa do Brasil para o Fluminense e logo os fatos pesaram para sua saída. No período, foram 17 jogos, sem oito vitórias, quatro empates e cinco derrotas – Foto: Matheus Dias/ND - 14 de 15
Elano Blumer (2020): Diferente dos últimos perfis, Elano Blumer chegou como um profissional que precisava de uma prova de fogo para se consagrar. Porém, não foi bem isso que aconteceu. Em emnos de 90 dias, o ex-meia teve um aproveitamento de 26%, sendo três vitórias, cinco empates e nove derrotas. O ânimo foi sendo trocado por coletivas abatidas e amostras de falta de paciência. A mistura necessária para deixar o cargo. – Foto: Patrick Floriani/FFC - 15 de 15
Jorginho (2020): Para o seu lugar, a diretoria trouxe o técnico Jorginho, nome conhecido no mundo da bola, e que fez um grande campeonato catarinense com o Juventus de Jaraguá. Na ocasião, eliminou o Figueirense após uma goleada de 4 a 1, no Orlando Scapelli. Até o momento, Jorginho conseguiu dar uma certa dinâmica ao elenco que estava desacreditado pelos torcedores – Foto: Patrick Floriani/FFC/ND
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