Clube-empresa: não existe um “toque mágico” para salvar o futebol

Muitos dirigentes falam em clube-empresa como se fosse a rápida e instantânea solução de todos os problemas. Na verdade, existe um mudança radical de conceitos e comprometimentos

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CLUBE EMPRESA

Uma pergunta que muitos me fazem é sobre o que penso sobre a transformações dos times brasileiros em empresas, incentivados pelo projeto sancionado, recentemente – e com importantes vetos – pelo presidente Jair Bolsonaro. A resposta é muito simples: não existe nenhum toque mágico nesse processo. Empresas abrem e fecham. Algumas prosperam e outras vão a falência. Vai ser exigido muita profissionalização e organização, principalmente no futebol. Essa opinião, aliás,  é compartilhada com muitos especialistas da área. O verdadeiro “toque de Midas” é o planejamento; o trabalho, transparência e a honestidade em todos os processos. Ou seja, Clube-empresa exige ações e comportamentos que muitos dirigentes atuais desconhecem.

Clube-Empresa exige conceitos que muitos dos dirigentes atuais desconhecem.  – Foto: Fernando Torres/CBF/divulgaçãoClube-Empresa exige conceitos que muitos dos dirigentes atuais desconhecem.  – Foto: Fernando Torres/CBF/divulgação

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