Terceiro goleiro, atrás na hierarquia de Marcelo Grohe e Paulo Victor, o goleiro Bruno Grassi esteve na campanha que levou o Grêmio ao título da Copa Libertadores da América e a disputa do campeonato mundial contra o Real Madrid em 2017.
Natural de Tubarão e cria da base do Internacional, depois de deixar o Tricolor, Grassi passou pelo CSA, Criciúma e Paraná Clube, o time paranista que recentemente foi rebaixado a Série D do Brasileirão.
Com Libertadores e Mundial no currículo, Grassi defende o Barra no estadual – Foto: Tiago Winter/Barra FC/DivulgaçãoNo começou desse ano, o experiente goleiro de 34 anos chegou ao Barra FC de Balneário Camboriú com a condição quase inabalável de titular e inclusive chegou a defender um pênalti contra o Figueirense em jogo que terminou empatado em Itajaí.
SeguirMas, Grassi caiu de produção, e Jeferson Romário, ex-Audax e Mirassol agarrou a chance dada pelo técnico Matheus Costa e com a recuperação do time na tabela, o ex-gremista acabou se transformando em reserva.
Seguro, Jeferson Romário assumiu a condição de titular – Foto: Tiago Winter/Barra FC/DivulgaçãoAgora, Bruno vai ter a companhia de outro ex-gremista e paranista no grupo.
O meia Guilherme Biteco de 27 anos, cria da base gremista e já que é jogador do Barra faz uns bons anos, chega ao clube após rodar por vários times como o Rio Branco do Paraná, Paraná Clube, Cascavel, Santa Cruz e Vasco.
Biteco já treinou com os novos companheiros e deve estrear contra o Marcílio Dias – Foto: Tiago Winter/Divulgação/NDO histórico de lesões também prejudicou a carreira do atleta.
No Grêmio, Biteco chegou a disputar a Copa Libertadores da América em 2013 com Vanderlei Luxemburgo no comando.
Em 2014, ele foi vendido ao Hoffenheim da Alemanha – clube “matriz” do Barra, o que explica essa ligação do jogador que já vem de um bom tempo com o time de Balneário Camboriú.
Biteco já teve o nome publicado no Boletim Informativo Diário – o BID da CBF e está a disposição para o jogo de domingo (27) contra o Marcílio Dias em Itajaí pela décima rodada do Campeonato Catarinense.
Ele é irmão de Matheus Biteco que defendia a Chapecoense e foi uma das vítimas da queda do avião da Lamia em novembro de 2016.