O ex-árbitro Wilson Seneme, paulista de São Carlos, é o novo chefe da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Chega com algumas ideias interessantes como por exemplo, menos intervenção do árbitro de vídeo (VAR) nos jogos, apenas em casos pontuais e que o jogo corra sem a preocupação do aparato tecnológico e de que os juízes conversem menos com os atletas em campo.
São boas ideias que fazem a partida fluir com menos interrupções e mais bola rolando. No entanto, Seneme chega querendo ser mais realista do que rei. Ele quer limitar – não tenho ideia de como – o número de reclamações dos erros dos árbitros na CBF. Uma bobagem.
Os clubes quando reclamam oficialmente dos árbitros em 99% dos casos tem razão. Os protestos, quando recorridos na CBF, são por erros gritantes provados com vídeos e fotos. A comissão da arbitragem quer realmente limitar esse tipo de ação: que os árbitros brasileiros evoluam e errem menos. Simples, não?
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Wilson Semene, novo coordenador de arbitragem da CBF, cumprimenta o presidente Ednaldo Rodrigues – Foto: Alex Ramos/CBF