O empate do Figueirense diante do Joinville na tarde de ontem teve um gosto amargo pelas circunstâncias do jogo: o Alvinegro dominou durante toda a partida; criou oportunidades, mas não teve competência (ou seria velocidade no ataque?), para buscar o gol da vitória após ter conseguido o empate no seguindo tempo.
Nicolas marca seu primeiro gol como profissional – Foto: Patrick Floriani/FFC/Divulgação/NDRigorosamente o Joinville só conseguiu marcar por intermédio de uma penalidade logo no início. E foi só. No restante do jogo ficou plantando atrás buscando um contra-ataque pela esquerda que deixou de existiu com a saída do atacante Alexsandro Vini.
Mesmo assim o time do treinador Cristóvão Borges praticou o futebol que beneficiava o adversário que veio para a Capital com o claro objetivo de se defender: lentidão nos passes, lentidão nas jogadas e erros no último toque na entrada da área. Na única vez que o time saiu rápido do seu campo de defesa, saiu o gol do empate anotado pelo atacante Nicolas.
SeguirDaí em diante o time voltou a ficar lento e só assustou nos últimos minutos da partida desperdiçando duas boas oportunidades. Na principal delas, o atacante Peixoto na cara do gol preferiu o toque para o lado que foi desperdiçado pelo companheiro Jeferson para desespero dos torcedores nas arquibancadas do estádio Orlando Scarpelli.
Analisando o confronto, o Figueirense merecia um resultado melhor. Mas pensando no estadual e no acesso do Brasileiro (o principal objetivo da equipe na temporada), o time precisa de reforços, principalmente no meio de campo onde o Léo Artur está sobrecarregado na função da criação da equipe.