Eduardo Freeland, diretor executivo de futebol do Avaí, negou que tenha chutado a porta da ante-sala do VAR no intervalo da partida contra o Juventude na noite desta segunda-feira (25), em Florianópolis.
Freeland nega chute em porta da sala do VAR – Foto: Leandro Boeira/Avaí F.C/NDAo Arena ND+, o dirigente confirmou que realmente foi até o local para reclamar sobre a “falta de critério” da arbitragem após a primeira etapa.
O Leão da Ilha ficou na bronca após o goleiro Thiago Couto fazer falta dura em William Pottker, fora da área, e receber apenas cartão amarelo.
Seguir“Sim, fui ao VAR. Tem sido difícil ver a arbitragem com critérios tão diferentes em lances tão semelhantes”, relata Freeland.
Entenda o caso
O árbitro Dyorgines Jose Padovani de Andrade relatou na súmula que o dirigente entrou sem autorização em uma sala próxima a do VAR para protestar contra a arbitragem no intervalo da partida e, ainda, teria “chutado a porta”.
O documento ainda alega que um segurança do Leão da Ilha autorizou a entrada de Freeland na “ante-sala do VAR”, algo que não seria permitido. Por último, a arbitragem alega que Freeland, após protestar, ainda chutou a porta antes de se retirar do local.
Avaí perdeu para o Juventude na Ressacada – Foto: Fabiano Rateke/Avaí F.C/ND“Alguns pontos relatados são inverdades. Não houve anuência do segurança. E não chutei a porta. Jamais faria isso. Ao sair do local, dei um tapa em uma mesa já distante da sala do VAR”, explica Freeland.
A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Avaí também foram procurados pela reportagem para comentar o assunto, mas não retornaram o contato até a última atualização do texto.
Derrota do Avaí
Em campo, o Leão da Ilha foi superado pelo Juventude por 2 a 0. Alan Ruschel, de falta, abriu o placar para a equipe gaúcha e Gabriel Taliari fez o segundo gol.
Vale ressaltar que a equipe catarinense teve dois jogadores expulsos na segunda etapa: Jael e Igor Inocêncio.