O nome do atacante Kylian Mbappé mais uma vez está sendo motivo de polêmica na França. O jogador estaria se sentindo “traído” pelos dirigentes do Paris Saint-Germain, por não estarem cumprindo supostas promessas que fizeram ao camisa 7.
Mbappé se sente traído no PSG e quer deixar o clube, diz jornal – Foto: François NASCIMBENI / AFP / NDDe acordo com o jornal espanhol “Marca”, esse motivo faz com que Mbappé queira deixar o PSG já em janeiro de 2023, dois anos antes do fim de seu contrato.
Entre as promessas feitas pelo dirigente ao jogador, segundo o jornal Le Parisien, estaria contratações que ele pediu e não foram atendidas. Além disso, Mbappé estaria insatisfeito com o posicionamento dentro de campo, determinado pelo técnico Christophe Galtier.
SeguirNo entanto, mesmo que Mbappé saia de Paris, o destino não deve ser o Real Madrid. A relação entre Florentino Pérez, presidente do clube espanhol, e Nasser Al Khelaifi, CEO do PSG, azedou após negociação não sucedidade no início da temporada.
O Real Madrid tentou levar Mbappé para o Santiago Bernabeu após o imbróglio que envolveu a negociação da renovação de contrato do jogador com o clube francês em maio.
A possibilidade da vez seria o Liverpool. Jürgen Klopp nunca escondeu o sonho de contratar o campeão do mundo com a França em 2018.
Relação de Mbappé com o técnico
O atacante francês voltou a atacar no último final de semana. Isso devido ao empate sem gols da sua equipe, no campeonato local, onde o atleta voltou a ser usado como referência da equipe do técnico Christophe Galtier.
De acordo com o jornal francês L’Equipe, os dirigentes do time francês prometeram ao atacante que contrariam um camisa 9 para que ele pudesse jogar com mais liberdade — mas isso não aconteceu.
Mbappé segue dando ‘show’ no vestiário do PSG – Foto: PSG/Divulgação/NDDepois do jogo ele publicou em suas redes sociais a hashtag PivotGang, considerada por alguns fãs como uma indireta a Galtier por jogar como um pivô.
Enquanto esteve com a seleção francesa na última data Fifa, Mbappé afirmou que tem mais liberdade na seleção francesa por jogar com Olivier Giroud, do Milan, no ataque: “No PSG não existe isso”, disse.