Para ter um grande time, do nível do técnico Pep Guardiola, os clubes precisam investir em grandes jogadores. Mas mesmo assim o treinador está longe de ser sinônimo de prejuízo por onde passa. E nem estamos falando dos prêmios por conquistas. Mas sim da receita que o técnico, sempre falado na Seleção Brasileira, ajuda a gerar.
Guardiola é sinônimo de receita (Foto: Ben Stansall/AFP) – Foto: Divulgação/NDMAIS! Acesse as últimas notícias do esporte
Guardiola costuma fazer os clubes por onde passa se tornarem modelos da venda de jogadores. Isso faz com que sempre tenha receitas para se contratar grandes jogadores. O Manchester City é o maior exemplo disso.
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O Manchester City costuma investir muito em reforços e isso se intensificou com a presença de Guardiola. Mas nesta janela, o clube inglês contratou Erling Haaland e Kalvin Phillips, mas também aguçou um outro lado: o de vendedor. O City já bateu recorde pessoal em vendas de jogadores.
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Pela primeira vez em sua história, o Manchester City supera a casa dos 100 milhões de euros (R$ 558,2 milhões) em vendas. O recorde era na temporada anterior, quando arrecadou 93,8 milhões de euros (R$ 523,6 milhões, na cotação atual).
Na temporada passada, a venda de Ferrán Torres para o Barcelona, em janeiro, impulsionou os números do City. O atacante espanhol foi negociado por 55 milhões de euros (R$ 307 milhões, na cotação atual).
O outro destaque do City é na temporada 2017/2018. Foram 91,35 milhões de euros (R$ 509,9 milhões, na cotação atual) arrecadados, com destaque para a ida de Iheanacho para o Leicester por 27,7 milhões de euros (R$ 154,6 milhões, na cotação atual). Contudo, o valor foi um “trocado” diante dos gastos. Naquela ocasião, o City investiu 317,5 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão, na cotação atual) em reforços.
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Até aqui, o Manchester City já fez 159,84 milhões de euros (R$ 890,9 milhões) no mercado da bola. A venda de Zinchenko para o Arsenal, por 35 milhões de euros (R$ 196,5 milhões), foi a última operação.
City de Guardiola ganha elogios
Sterling foi destaque na janela- Foto: (Foto: Divulgação)A atuação do Manchester City no mercado da bola vem rendendo elogios. O clube inglês negociou nomes importantes do elenco, é verdade, mas que não eram protagonistas – Sterling perdeu tal condição na última temporada. O atacante inglês, por sinal, é a principal venda até agora. O Arsenal pagou 56,2 milhões de euros (R$ 313,7 milhões) para tirar Sterling do rival. Ele estava no City desde 2015 – faz parte da história e foi importante nesta era de títulos.
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Sterling, na temporada passada, já havia deixado o futuro no ar, justamente por não ter mais o protagonismo que marcou a trajetória no City. Agora, vai ser um dos pilares do novo Chelsea.
Gabriel Jesus foi importante para o Manchester City nos últimos anos. Ele chegou ao clube em 2017 e sempre foi um nome confiável do técnico Pep Guardiola. Contudo, a tendência era o brasileiro perder espaço. Isso porque Erling Haaland vai comandar o ataque do Manchester City. Contratado em janeiro, Julián Álvarez se juntou ao time agora. Assim, Jesus viu a concorrência pelo posto de centroavante aumentar. Versátil, poderia brigar por posição na ponta. Vai para o Arsenal para ser protagonista. O brasileiro foi negociado por 52,2 milhões de euros (R$ 291,4 milhões).
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Outra negociação do City nesta janela foi a Pedro Porro com o Sporting. Após um período emprestado ao clube português, o lateral-direito espanhol foi contratado em definitivo por 8,5 milhões de euros (R$ 47,4 milhões).
Ko Itakura era mais um jogador do Manchester City emprestado e que foi vendido nesta janela. Ele estava no Schalke 04. Contudo, quem levou o volante japonês no mercado da bola foi o Borussia Mönchengladbach, por 5 milhões de euros (R$ 27,9 milhões). Assim Guardiola vai fazendo história por onde passa.