Desde que a rescisão de contrato do atacante Rildo foi registrada no BID (Boletim Informativo Diário), da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), muitas perguntas ficaram no ar. Nesta terça-feira (27), Marco Aurélio Cunha, executivo de futebol do Avaí, explicou o motivo da saída do ex-jogador de Ponte Preta, Corinthians e Santos.
Marco Aurélio Cunha, novo gerente de futebol do Avaí – Foto: Avaí FC/divulgação“A gente conversou bastante. Tentei ajudar de todas as maneiras. Propus uma negociação bilateral para que ele saísse de forma adequada, recebendo parte do que deveria receber e parte não, porque não teve uma atuação destaque no Avaí e ele tinha aceitado. Agora ele entrou na Justiça com uma ação unilateral. Já saiu do BID. Acho que foi ruim, não precisaria ser assim”, disse o dirigente à rádio de Florianópolis.
O atacante não estava nos planos do técnico Claudinei Oliveira e sua saída era aguardada desde o final do Campeonato Brasileiro da Série B de 2020. A última vez que esteve em campo foi no dia 8 de dezembro do ano passado.
SeguirAnunciado em 2020, Rildo não conseguiu render o esperado e foi atrapalhado por algumas lesões. Pelo Avaí, o atacante de 32 anos disputou 21 partidas e marcou quatro gols.
Antes do clube catarinense, passou por Vitória, Ponte Preta, Santos, Corinthians, Coritiba, Vasco e Chapecoense, entre outros. O atacante também teve uma experiência no futebol asiático, defendendo o Daegu, da Coreia do Sul.
Sem Rildo, o Avaí se prepara para o jogo de volta das quartas de final do Campeonato Catarinense contra o Próspera. Com a vitória fora de casa por 1 a 0 no jogo de ida, poderá perder por até um gol de diferença que terá a vaga garantida.
Ao time de Criciúma restará vencer por dois ou mais gols de vantagem. O duelo de volta será nesta quarta-feira, às 20h30, no estádio da Ressacada, em Florianópolis, e o classificado pegará Brusque ou Joinville.