O Figueirense não superou o Operário, na tarde deste domingo, em Florianópolis (SC). Apesar da boa presença do público no estádio Orlando Scarpelli, o Furacão do Estreito não passou de um empate sem gols.
Figueirense e Operário, em Florianópolis (SC) – Foto: Diogo de SouzaHistória do jogo
Era o primeiro jogo de Paulo Baier, em Florianópolis, a frente do Figueirense. Para se ter uma ideia da última vez do Figueirense, no estádio Orlando Scarpelli, pouco mais de 2 mil pessoas viram o Furacão perder para o Pouso Alegre-MG, em duelo que definiu a queda do então comandante Roberto Fonseca.
De lá para cá uma vitória diante do Brusque e um empate diante do Remo, ambos fora de casa. A animação, bem além dos resultados, refletiu no público que marcou grande presença no estádio Orlando Scarpelli.
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Apesar da grande presença do público o Figueirense, de Paulo Baier, se mostrou pouco agressivo. Organizado em campo e sem correr muitos riscos, o time alvinegro passou a primeira etapa, de certa forma, impacientado pela atuação do árbitro Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho.
O time terminou a primeira etapa com apenas uma finalização, de longa distância, do zagueiro Eduardo Rosado.
2º tempo
Paulo Baier optou por voltar com o mesmo time para a segunda etapa e, em campo, o que se viu foi o mesmo apresentado nos primeiros 45 minutos.
Prova disso é que, pouco antes dos 20, o comandante mandou a campo Vinicius Nucci e o volante Barba, para dar novo fôlego e recuperar uma situação de cartão amarelo no meio-campo.
Melhor chance
Aos 20′ o time produziu a melhor chance: Leo Artur roubou uma bola no campo de ataque e acionou Gustavo França que, de frente para o goleiro, perdeu tempo e não conseguiu finalizar.
Reta final
Sem levar maiores perigos ao time adversário o Figueirense foi cansando e perdendo ainda mais sua intensidade. O Operário, que na primeira etapa tentava estocar, passou a encarar o empate como um bom resultado e, dessa forma, passou a não se expor.
Figueirense contou com mais de 10 mil presentes no Scarpelli – Foto: Patrick Floriani/FFC/Divulgação/NDA situação deu ainda mais dificuldade ao Figueirense que, sem criatividade, só conseguia rondar a meta defendida por Rafael Santos.
Próximo jogo
O Figueirense volta a jogar dentro do estádio Orlando Scarpelli, a partir das 19h, contra o CSA, no outro domingo (9).
O Operário de Ponta Grossa vai até o Pará em duelo contra o Remo, na outra segunda-feira (10), em duelo marcado para às 20h30.
FICHA TÉCNICA
Figueirense: Wilson; Elias, Eduardo Rosado, Maurício e Raí; Léo Baiano (Róbson Alemão), Glédson (Barba) e Léo Artur; França (Cesinha), Bernabé (Bruno General) e Nicolas (Nucci). Técnico: Paulo Baier.
Operário: Rafael Santos; Sávio (Yago Rocha), Allan Godói, Willian Machado e Arthur Neves (Pará); Índio, Vinicius Diniz, Felipe Augusto e Alisson Tadei (Cássio Gabriel); Erik Bessa (Rafael Oller) e Popó (Neto Costa). Técnico: Rafael Guanaes.
Cartões amarelos: Raí, Glédson (FIG); Sávio, Vinícius Diniz, Rafael Oller (OPE)
Arbitragem: Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho (PE); auxiliado por Francisco Chaves Bezerra Júnior (PE) e Vanessa Santos Azevedo (PE).
Local: estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC). Data: 02/07/23.
Público Total: 10.898 para uma renda: R$ 157.340,00