O Figueirense só olha para o coirmão Avaí. Não que haja uma necessária novidade nessa afirmação, mas o fato é que o representante de Florianópolis do continente, na zona do rebaixamento da Série B, recebe seu coirmão no sábado (26), a partir das 16h.
Figueirense lutou e conseguiu o empate no fim, contra o Guarani; empate dá um reforço também anímico para o Furacão, no clássico do próximo sábado – Foto: Thomaz Marostegan/Guarani FCA relação entre rivais é coexistente. Goste ou não o fato é que um clube se sustenta anímica e institucionalmente diretamente ligado em seu maior rival.
Com Figueirense e Avaí não é diferente. Os tradicionais rivais entram em campo no próximo sábado com objetivo distintos. Mais que isso, com a vitória e o fracasso alheio jogando lado a lado.
SeguirO Furacão, por exemplo, luta contra o fantasma da Série C. E a luta está quentíssima, nesse momento. O Paraná, por exemplo, foi derrotado, dentro de casa, pelo Brasil-RS, por 1 a 0 e agora vê a briga pela fuga do Z4 encorpar.
O time paranista fora do buraco, é 16º com 32 pontos conquistados. É a mesma pontuação de Figueirense – 17º – e Náutico – 18º – que vem logo atrás pelos critérios.
O detalhe é que, se vencer, o Figueirense não só respira fora da zona do rebaixamento como complica a luta do coirmão, na parte de cima, por um lugar entre os quatro primeiros.
Com 44 pontos, o Avaí está a 5 do Juventude, o primeiro time dentro do G4. Uma derrota, dependendo dos demais resultados, pode ser fatal para as pretensões azurras.
Avaí com a mesma possibilidade
Para o Avaí a situação não é muito diferente. Há quem defenda que é “melhor”, mas não pela sua condição na tabela que não é lá das mais inspiradoras, mas pela possibilidade de afundar seu maior rival na lama da Série C.