Com o sucesso dos portugueses Jorge Jesus, no Flamengo, e Abel Ferreira, no Palmeiras, a chegada de treinadores estrangeiros tem trazido grande expectativa aos clubes no Brasil.
Um time intenso, aguerrido, que controle as partidas e que, especialmente, jogue bonito. Porém, nem sempre o planejamento acaba dando tão certo e os “gringos” acabam saindo muito antes do término do contrato, rendendo multas rescisórias milionárias.
Pensando nisso, o ND+ preparou uma lista para você relembrar as passagens “esquecíveis” de treinadores estrangeiros pelo futebol brasileiro. Confira:
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Paulo Sousa (Portugal): O português largou a seleção da Polônia nas vésperas da Copa do Mundo para se aventurar no futebol brasileiro comandando o Flamengo. No entanto, por uma série de atuações ruins, além de problemas de relacionamento com o elenco, o treinador durou pouco menos de seis meses no cargo – Foto: Gilvan de Souza/C.R Flamengo
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Ricardo Sá Pinto (Portugal): o português chegou ao Vasco em 2020 para tentar mudar os rumos do clube no Campeonato Brasileiro. No entanto, durou apenas 15 jogos no comando. Com uma série de atuações ruins, o treinador conquistou apenas três vitórias no período e acabou demitido – Foto: Divulgação Vasco
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Domènec Torrent (Espanha): O badalado ex-auxiliar de Pep Guardiola foi o primeiro treinador a comandar o Flamengo após a saída de Jorge Jesus em 2020. Porém, as atuações abaixo do antecessor, e várias goleadas sofridas encurtaram a vida do treinador no clube carioca. Foram 14 vitórias em 24 partidas no Rubro-Negro – Foto: Divulgação/ND
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Ricardo Gareca (Argentina): Se o treinador tem um currículo de sucesso comandando a seleção do Peru, o destino não foi o mesmo quando se aventurou no futebol brasileiro. Em 2014, o treinador comandou o Palmeiras, que na época brigava contra o rebaixamento, por apenas 13 jogos no comando do Verdão, com só três vitórias – Foto: ANNE-CHRISTINE POUJOULAT / AFP
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Paulo Bento (Portugal): Em 2016 o cruzeiro vivia momento ruim no Campeonato Brasileiro e optou pelo português Paulo Bento para tentar “virar a chave”. No entanto, o treinador durou apenas 17 jogos no comando do clube e foi demitido com pouco mais de 40% de aproveitamento – Foto: Thomas Santos/AGIF/LANCE!Press
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Rafael Dudamel (Venezuela): o técnico foi recebido com festa para comandar o Atlético-MG no início de 2020. No entanto, durou apenas 10 jogos no comando do Galo e acabou demitido.- Foto: Divulgação/CAM
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Miguel Ángel Ramirez (Espanha): Buscando uma “ruptura” do atual modelo de jogo, o Internacional apresentou o espanhol no início de 2021 após excelente passagem pelo Independiente Del Valle (EQU); porém, Ramirez durou apenas três meses no comando do Colorado, com pouco mais de 50% de aproveitamento – Foto: Ricardo Duarte/S.C Internacional
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Alexander Medina (Uruguai): Após grande passagem pelo Talleres, da Argentina, o Internacional buscou o técnico para o início da temporada de 2022. No entanto, o treinador durou pouco, foram seis vitórias, seis empates e cinco derrotas, com 45% de aproveitamento – Foto: Talleres /Instagram/ Reprodução
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Ariel Holan (Argentina): O técnico durou apenas dois meses, ou 12 jogos, no comando do Peixe. O desempenho baixo e a pressão da torcida, inclusive com santistas disparando rojões em seu apartamento, foram os motivos para a saída. – Foto: Ivan Storti/Santos
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Augusto Inácio (Portugal): O português chegou ao Avaí com grande expectativa no início de 2020. Porém as atuações ruins da equipe e a eliminação ainda na primeira fase da Copa do Brasil acabaram culminando em uma demissão com apenas sete jogos – Foto: André Palma Ribeiro/Avaí FC
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