FOTOS: Torcedores de Criciúma e Figueirense acompanham estreia das equipes na Copa SC

Quase 700 pessoas estiveram na estreia das equipes em jogos que marcaram o retorno do público aos estádios de Santa Catarina

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Os primeiros jogos da Copa Santa Catarina, nesta quarta-feira (15), marcou o retorno dos torcedores que estavam longe dos estádios desde o início da pandemia do coronavírus.

De acordo com o público divulgado pelo Figueirense e Criciúma, 688 pessoas estiveram nos dois jogos. Porém, não faltaram gols e relatos de alegria ao retorno para as arquibancadas.

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    Uma das primeiras pessoas que chegaram aos arredores do estádio Heriberto Hulse, em Criciúma, foi a comerciante Irene Pereira, de 58 anos. O confronto entre o Tigre e o Hercílio Luz foi o primeiro com público. “Será ótimo com o retorno do público e ver o estádio cheio. Agora, ainda com poucas pessoas, mas todos vacinados será bom rever a casa cheia e o fim da pandemia”, complementa a  comerciante. – Foto: Lucas Colombo/ND
    Uma das primeiras pessoas que chegaram aos arredores do estádio Heriberto Hulse, em Criciúma, foi a comerciante Irene Pereira, de 58 anos. O confronto entre o Tigre e o Hercílio Luz foi o primeiro com público. “Será ótimo com o retorno do público e ver o estádio cheio. Agora, ainda com poucas pessoas, mas todos vacinados será bom rever a casa cheia e o fim da pandemia”, complementa a  comerciante. – Foto: Lucas Colombo/ND
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    Cerca de duas horas para começar o jogo, Funcionários do Tigre já se organizavam para receber os torcedores – Foto: Lucas Colombo/ND
    Cerca de duas horas para começar o jogo, Funcionários do Tigre já se organizavam para receber os torcedores – Foto: Lucas Colombo/ND
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    José Jorge Ferrari, 68 anos, foi um dos primeiros torcedores Carvoeiro que chegaram no estádio ostentando o seu ingresso e a carteirinha de vacinação. “Vinha todos os jogos que podia antes da pandemia. Acompanhava no rádio e pela internet. Expectativa é grande Eu cheguei até mais cedo de tão contente que estou. Mesmas coisa que tomar um chopp”, diz José Ferrari, já com as duas doses da vacina contra a Covid-19. – Foto: Lucas Colombo/ND
    José Jorge Ferrari, 68 anos, foi um dos primeiros torcedores Carvoeiro que chegaram no estádio ostentando o seu ingresso e a carteirinha de vacinação. “Vinha todos os jogos que podia antes da pandemia. Acompanhava no rádio e pela internet. Expectativa é grande Eu cheguei até mais cedo de tão contente que estou. Mesmas coisa que tomar um chopp”, diz José Ferrari, já com as duas doses da vacina contra a Covid-19. – Foto: Lucas Colombo/ND
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    Totens com álcool em gel ficavam próximo dos portões de entrada do estádio Heriberto Hulse – Foto: Lucas Colombo/ND
    Totens com álcool em gel ficavam próximo dos portões de entrada do estádio Heriberto Hulse – Foto: Lucas Colombo/ND
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    Os torcedores foram chegando assim que se aproximava do horário do jogo – Foto: Lucas Colombo/ND
    Os torcedores foram chegando assim que se aproximava do horário do jogo – Foto: Lucas Colombo/ND
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    De acordo com a organização da partida, 470 torcedores marcaram presença na derrota para o Hercílio Luz por 2 a 0 Foto: Maicon Marinho/NDTV
    De acordo com a organização da partida, 470 torcedores marcaram presença na derrota para o Hercílio Luz por 2 a 0 Foto: Maicon Marinho/NDTV
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    Já no Estádio Orlando Scarpelli, os funcionários do clube começavam a se organizar para receber a torcida para o jogo que começava às 20h entre Figueirense e Juventus – Foto: Ian Sell/ND
    Já no Estádio Orlando Scarpelli, os funcionários do clube começavam a se organizar para receber a torcida para o jogo que começava às 20h entre Figueirense e Juventus – Foto: Ian Sell/ND
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    José Manoel da Rosa Filho, de 49 anos, foi um dos primeiros a chegar na casa do Furacão do Estreito. “Já deveria ter voltado antes. Temos outros serviços que causam muito mais aglomeração do que um estádio de futebol que é um lugar aberto. Assim que saiu a portaria do governo de Santa Catarina, liguei para o clube para me informar”, pontua o torcedor. – Foto: Ian Sell/ND
    José Manoel da Rosa Filho, de 49 anos, foi um dos primeiros a chegar na casa do Furacão do Estreito. “Já deveria ter voltado antes. Temos outros serviços que causam muito mais aglomeração do que um estádio de futebol que é um lugar aberto. Assim que saiu a portaria do governo de Santa Catarina, liguei para o clube para me informar”, pontua o torcedor. – Foto: Ian Sell/ND
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    Assim como em Criciúma, os torcedores começaram a chegar próximo do horário de jogo, mesmo que de forma “acanhada” – Foto: Ian Sell/ND
    Assim como em Criciúma, os torcedores começaram a chegar próximo do horário de jogo, mesmo que de forma “acanhada” – Foto: Ian Sell/ND
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    O empresário, Bruno Henrique Melo, morador do Jardim Atlântico, foi mais um a sair de casa para matar a saudade do time do coração nesta quarta-feira. Na opinião dele, o público está voltando no momento certo, uma vez que “as pessoas já tem mais conscientização sobre o que é a doença” – Foto: Ian Sell/ND
    O empresário, Bruno Henrique Melo, morador do Jardim Atlântico, foi mais um a sair de casa para matar a saudade do time do coração nesta quarta-feira. Na opinião dele, o público está voltando no momento certo, uma vez que “as pessoas já tem mais conscientização sobre o que é a doença” – Foto: Ian Sell/ND
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    Os seguranças pediam para que os torcedores respeitassem o afastamento entre as pessoas para não aglomerar  – Foto: Ian Sell/ND
    Os seguranças pediam para que os torcedores respeitassem o afastamento entre as pessoas para não aglomerar  – Foto: Ian Sell/ND