Goleiro Bruno é hostilizado durante partida da 3ª divisão do RJ: ‘matou a Eliza’; veja vídeo

Torcedores do Belford Roxo, equipe rival a de Bruno, lembraram do caso de assassinato que aconteceu em 2010, que resultou na prisão do goleiro

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Redação ND Florianópolis

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O goleiro Bruno foi hostilizado no último domingo (31) durante uma partida pela Série C do Campeonato Carioca. A torcida do Belford Roxo, time rival ao do goleiro, fez um ‘coro’ citando o fato de ele ter “matado Eliza Samudio”, caso pelo qual Bruno foi preso no ano de 2010.

Bruno foi hostilizado durante partida do Campeonato CariocaBruno foi hostilizado durante partida do Campeonato Carioca – Foto: Reprodução/Internet

“Bruno vacilão, matou a Eliza para c*** o Macarrão”, gritava a torcida rival, se referindo ao assassinato da modelo pelo qual o goleiro foi condenado, assim como Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, que também participou do crime.

Na ocasião, Bruno ainda atuava pelo Flamengo, onde era destaque e tinha acabado de conquistar o Campeonato Brasileiro. Em 2013, ele foi condenado a 22 anos de prisão pela morte de Eliza, mulher com qual ele teve um filho, Bruninho.

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Vale ressaltar que mesmo 12 anos após o crime, o que aconteceu com Eliza segue sendo um mistério. O corpo da vítima jamais foi encontrado.

O jogador deixou a prisão em 2019, e voltou a jogar profissionalmente em 2022. Antes disso, em 2020, o Operário-VG chegou a negociar com o ateleta, porém, após pressão da torcida, desistiu da contratação.

A ideia dos dirigentes do Operário era pagar ao jogador entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, a mesma faixa salarial oferecida aos demais atletas, em um contrato que deveria ser de um ano. Mas o medo de perder recursos importantes falou mais alto.

Suposta carta psicografa de Eliza Samudio

No último fim de semana, a vidente brasileira Chaline Grazik afirmou ter recebido informações sobre o paradeiro dos restos mortais da vítima em uma carta psicografada atribuída a Eliza.

Em vídeo publicado, ela lê a carta que seria de Eliza Samudio. “Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigenio no meu corpo. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo o que fizeram comigo”, começa.

“De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer. Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo”, prossegue.

“Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo. Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo”, relata a carta.

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