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Grandes clubes europeus têm plano para segregar pequenos e formar elite

Vem aí, se tudo der certo, uma transformação profunda no futebol da Europa, que se resume a uma elite formada por grandes clubes

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O futebol europeu está se preparando para uma transformação profunda. A Assembleia da ECA (Associação dos Clubes Europeus) pode trazer inúmeras alterações, mas a partir de 2024. Aí se inclui a remodelação da Champions League e do mercado de transferências.

Estrela Mbappé, do PSG, estava de flerte com o Real Madrid… mas vai minguar… (Foto: Pascal Guyot/AFP) – Foto: Pascal Guyot/AFPEstrela Mbappé, do PSG, estava de flerte com o Real Madrid… mas vai minguar… (Foto: Pascal Guyot/AFP) – Foto: Pascal Guyot/AFP

Este último tópico também vem sendo tratado pelos grandes clubes. Assim, seria uma oportunidade para evitar o desfalque econômico e as perdas esportivas irreparáveis, ​​que agora representam as transferências das grandes estrelas.

“Estamos discutindo a mudança no sistema de transferências. A ideia é que os clubes da Liga dos Campeões não possam mais comprar ou vender jogadores entre si, mas sim negociar apenas para jogadores de clubes de classificação inferior”, disse o principal presidente da ECA, Andrea Agnelli.

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Extensão da Champions

A medida afetaria diretamente grandes transferências futuras, como a de Mbappé e, presumivelmente, a de Haaland. Assim, eles não poderiam ser contratadas por clubes da mesma categoria que o seu, mas apenas se tivessem rescindido o seu contrato. Desta forma, evita-se que haja gastos excessivos no mercado e que algumas equipes se enfraqueçam em relação a outras.

É preciso lembrar que a nova Champions League terá 36 equipes em novo formato no qual todos jogarão contra todos. A Liga, que será única e sem grupos, terá um novo calendário. Nele, os clubes vão disputar um determinado número de jogos contra outros da mesma classificação e contra os dos restantes escalões.

De acordo com o ECA, o objetivo é que entidades do mesmo ranking não possam contratar jogadores entre si. Ou seja, as grandes estrelas não poderiam ir de um Barcelona para um Madrid, ou de um PSG a um Manchester City. A questão em jogo: isso é legal?

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