Apresentado no Avaí com muita festa e com direito a apresentação no estilo europeu das grandes contratações “acabou o caô”, o atacante Guerrero é a grande decepção do futebol catarinense de 2022.
Presidente Júlio Heerdt, Guerrero, Guerrero (acabou o caô?) e Jorge Macedo, o homem responsável pelas contratações no Avaí. Fracasso no futebol. – Foto: Leandro Boeira/Avaí FCA torcida que compareceu na Ressacada no dia 23 de julho, viu o banner com o seu nome estampado no gramado, comprou a sua camiseta e vibrou com as palavras do peruano. Mas de lá para cá, o atacante simplesmente não entrou em campo. Se entrou foi o corpo. A alma – a raça – ficou perdida em algum lugar por ai. Suas atuações até aqui foram pífias e constrangedoras.
O narrador Pepeo Cardoso, ex-rádio Avaí e atualmente na Jovem Pan FM, em tom de desabafo sintetiza:
SeguirGuerrero no Avaí foi somente jogada de marketing, porque o futebol até hoje não desembarcou em Floripa. Ganhando 150mil por mês, o jogador está mais preocupado com a sua nova série no NetFlix do que com o rebaixamento do Clube. Aos responsáveis! Aprenderam direitinho com a antiga gestão.
Ontem (06), momentos antes do jogo diante do Botafogo na Ressacada, a comunicação do Avaí anunciou que o atacante iria ficar de fora da partida por causa das dores no joelho (sinovite reacional). Sendo muito franco e pelo seu atual futebol nenhum torcedor do clube lamentou essa ausência: não fez nenhuma falta.
Para quem esperava uma administração moderna na gestão no futebol em 2022, está vendo na Ressacada a reedição dos mesmos erros de antes. No caso do Guerrero, ele se enquadra na mesma situação do ex-meia Douglas e de tantos outros veteranos que vieram à Florianópolis passear e comer camarão. Chegou por amizade, não jogou e quando sair vai falar mal do Avaí nos microfones.