Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Impossível falar de Pelé sem sentir alegria. Alegria pelo que fez, o que nos deu e como viveu

Não há ninguém da minha geração e da geração dos nossos pais que não tenha se apaixonado por dois excepcionais jogadores, Pelé e Garrincha e pelos seus dois clubes, Smesmo que torcendo para outros

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O Rei e a Rainha  no MaracanãO Rei e a Rainha  no Maracanã

Tô falando de Pelé e Garrincha, do Santos e do Botafogo. E, consequentemente, da nossa Seleção Brasileira onde os dois até hoje ainda são considerados suas maiores estrelas. Tive a felicidade de vê-los jogar, tanto na seleção,  como nos seus clubes, inclusive um contra o outro.

Pela seleção com o meu pai nas eliminatórias para a Copa de 70, em Assunção, contra o Paraguai; e até no Campo da Liga, contra o Avaí. E o jogo da minha vida, Botafogo x Santos, no Maracanã, com Pelé e Garrincha em campo. Não cabia mais ninguém no estádio. Era impossível ser botafoguense e torcer contra o Santos. Torcia por Pelé, pelo seu timaço, o Santos,  que vivia pelo mundo encantando as pessoas, e por dois conterrâneos que jogaram com ele,  Mengálvio e Oberdan Vilain.

Mesmo que no momento de sua despedida, é impossível falar com Pelé sem sentir alegria. Alegria pelo que fez, o que nos deu e como viveu. E  é disso, do seu currículo, que a imprensa mundial se ocupará nesta virada de ano. Morte da Rainha Elizabeth no Reino Unido e do Rei Pelé no Brasil. O resto já está  em segundo plano.

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