Quando Jardel estreou pelo Criciúma, lá pelos idos de 2008, no jogo contra o Marília, pela Série B do Brasileirão, o atacante já era consagrado. No entanto, não estava no auge, mas ainda assim era Jardel. Ídolo de grandes clubes brasileiros, como o Vasco e o Grêmio. No Criciúma não deixou tantas saudades, embora tenha feito seus gols, como de costume.
Jardel na apresentação do Criciúma – Foto: Foto: DivulgaçãoPois bem, o ex-atacante jogador agora ganhou as manchetes novamente. Ídolo em Portugal, onde vestiu a camisa do Porto e do Sporting, ele continua sendo polêmico em suas entrevistas. Essa era outra marca do artilheiro, além dos gols.
Confira Jardel no Criciúma em 2008… foi assim!
SeguirAo marcar presença no tradicional evento “Lisboa Belém Open” o eterno artilheiro não perdeu a oportunidade de enaltecer seus feitos. Tanto que chegou a minimizar os feitos do polonês Robert Lewandowski, hoje o principal goleador do futebol europeu.
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Segundo Jardel, Lewandowski é muito valorizado por fazer entre 45 e 60 gols ao longo das temporadas. Mas ele garante que fez muito mais.
– O Lewandowski é um jogador que faz 45 a 60 gols por ano, o que ele faz eu fiz durante seis ou sete anos seguidos. Então, se eu agora fosse jogador valeria uns 150 ou 200 milhões de euros (mais de R$ 1 bilhão pelo câmbio atual) – disse Jardel.
‘Melhor que Lewandowski ‘, Jardel elogia Jorge Jesus
O brasileiro fez rasgados elogios a Jorge Jesus, treinador do Benfica e que nos últimos meses conquistou vários títulos pelo Flamengo, como Campeonato Carioca, Campeonato Brasileiro e Copa Libertadores.
– Tive a oportunidade de almoçar com ele. Ele conhece a minha história. Além disso é um treinador que fez muito no futebol brasileiro. Será sempre muito bem recebido quando for ao Brasil – disse ele.
Jardel, que teve problemas com vícios, agora garante viver uma fase tranquila da vida.
– Hoje penso apenas em ter uma vida saudável e viver mais – disse ele.
Jardel despontou para o futebol pelo Vasco no começo na década de 90, mas foi no Grêmio que brilhou, conquistando a Copa Libertadores de 1995, dentre outros canecos. Além disso brilhou pelo Porto e pelo Sporting.