JEC se manifesta oficialmente sobre irregularidades no Hercílio Luz

Tricolor é parte diretamente afetada em possível perda de pontos do time do Sul do Estado

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Drika Evarini Joinville

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O caso Hercílio Luz continua repercutindo e a possibilidade de sanção, perda de pontos e mudança no panorama do Campeonato Catarinense continua. O TJD-SC (Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina) ainda não tomou nenhuma decisão, mas no início da tarde desta quarta-feira (15), o JEC, um dos clubes diretamente afetados por uma possível punição, se manifestou oficialmente.

Hercílio Luz atuou em sete partidas com jogadores sem registro ativo no BID da CBF – Foto: Gustavo Mejía/JE/Divulgação/NDHercílio Luz atuou em sete partidas com jogadores sem registro ativo no BID da CBF – Foto: Gustavo Mejía/JE/Divulgação/ND

Em caso de punição de acordo com o Regulamento Geral de Competições da FCF (Federação Catarinense de Futebol), o Hercílio Luz seria rebaixado, o JEC entra na oitava colocação e ficaria com a vaga na Série D de 2024 e o Camboriú não seria rebaixado. Além disso, os confrontos e mandos de campo para as quartas de final teriam mudanças.

De acordo com a nota oficial do JEC, o clube “aguarda que seja promovida Denúncia contra o Hercílio Luz Futebol Clube junto ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), por diversas infrações ao artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), com a imediata paralisação da competição, a fim de evitar novos prejuízos aos envolvidos”.

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Na nota, o clube explica que assim que tomou conhecimento das possíveis irregularidades movimentou seu Departamento Jurídico para analisar a situação “que constatou a efetiva existência das irregularidades”.

As irregularidades se deram a partir da migração dos contratos dos atletas de clube associativo para o Hercílio Luz SAF. Sem a correta migração de todos os contratos, os atletas Matheus Aurélio Palhares Guimarães, Jonathan Miranda da Silva Mendes (Jonathan Cabeça) e Cleiton Savedra Garcia ficaram com contratos inativos. Além deles, Rafael Ramos de Lima teve a continuidade registrada no dia 4 de fevereiro, um sábado, e atuou no dia 5.

Todos os atletas atuaram com contrato inativo e, portanto, sem registro correto no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Após a exposição da irregularidade, a CBF corrigiu os registros que, agora, constam como ativos. No entanto, no momento em que entraram em campo desde o dia 5 de fevereiro, os jogadores não possuíam registro ativo.

Confira a nota na íntegra:

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