Há algumas semanas, um jornalista com bom trânsito na FCF (Federação Catarinense de Futebol) e na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) confidenciou para a coluna, que o nome do Júlio Heerdt, do Avaí, está sendo visto como uma espécie de “revelação” positiva entre os atuais presidentes de clubes, pela sua posição de inovação e na defesa de novas ideias para implementar no futebol brasileiro.
“Júlio tem ocupado com êxito vários espaços nas reuniões de planejamento e de proposições de ideias; os dirigentes têm destacado a sua presença como salutar”. Bom, se há essa percepção a nível nacional, obviamente que essa é a mesma leitura por aqui.
Quando Júlio Heerdt anunciou o seu nome para concorrer ao cargo de presidente do Avaí, muitos nem o conheciam e outros ainda duvidaram que um novato tiraria do cargo o ex-presidente Francisco Battistotti. No entanto, assim que botou o seu “bloco na rua”, sua candidatura foi ganhando a adesão de importantes nomes do clube como fortes empresários da cidade, conselheiros e associados.
SeguirPrometendo uma administração moderna, técnica e de processos, chegou no pleito histórico forte e consistente, onde a abertura das urnas foi apenas a confirmação da sua capacidade de articulação: virou presidente do Avaí.
Nesta segunda(20) como também presidente da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes), o nome do Júlio Heerdt voltou a ganhar generoso espaço na imprensa esportiva nacional, ao declarar que “a Lei Pelé precisa se modernizar”. Leia abaixo:
“A LEI PELÉ PRECISA SE MODERNIZAR”, DIZ PRESIDENTE DA SCCLUBES
O presidente da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCClubes) e do Avaí Futebol Clube, Júlio César Heerdt, estará em Brasília nesta terça-feira (21) para participar de discussão sobre o projeto de lei que prevê a modernização da Lei Pelé. O Avaí, representante catarinense na Série A, faz parte de um grupo de clubes que estudou o projeto e levou as demandas ao Congresso Nacional.
Júlio Heerdt irá se encontrar novamente com o deputado Felipe Carreras (PSB), que é o relator do PL 1153/19 que visa alterar a Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, que institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências.
Entre as propostas dos clubes, está a garantia de voto unitário que permite a participação direta dos clubes das Séries A e B na formatação dos regulamentos dos campeonatos.
Outras proposições são voltadas para a categoria de base, como a criação de contrato de iniciação esportiva para atletas de 12 a 14 anos e a criação de contrato de menor aprendiz para atletas de 14 a 16 anos.
O documento de sugestões dos clubes aponta ainda a necessidade de melhoria na parte de seguros de vida e garantia no processo de invalidez dos atletas, além de outras mudanças que projetam a modernização imediata da legislação dos clubes no diz respeito ao mercado global do futebol.
“Estamos buscando o melhor para o futebol brasileiro e essas discussões na Comissão Especial para a Modernização da Lei Pelé são de fundamental importância para que a lei fique mais moderna e atenda os interesses dos clubes. Hoje Santa Catarina tem o Avaí na Série A, Brusque, Criciúma e Chapecoense na Série B e o Figueirense na Série C, e todos eles são de porte relevante no cenário nacional, com potencial de títulos e prática de boa gestão. Uma coisa é certa, a Lei Pelé precisa se modernizar”, completou Júlio Heerdt.
Júlio Heerdt no dia da eleição que o conduziu para o cargo de presidente do Avaí – Foto: Leandro Boeira / Avaí
SCClubes presente para repensar o futebol brasileiro – Foto: SC Clubes/divulgação