Que o Avaí piorou desde a chegada do Lisca no clube, isso não é novidade. É visível o quanto o futebol decaiu se comparando com os resultados e o trabalho do treinador anterior, o Eduardo Barroca. Antes a equipe apresentava algum tipo de organização e de consistência tática, pelo menos.
Com o Lisca o Avaí piorou em todos os setores no gramado. Virou uma bagunça total. – Foto: Léo Piva/Mafalda Presse/NDCom o Lisca, estreando com vitória e depois colecionando cinco derrotas, sendo três na Ressacada, o time virou uma verdadeira bagunça: cada jogador corre para um lado diferente e nenhuma compactação é vista nos três setores do campo. Isto é fato, é inquestionável. Em 15 pontos disputados, o Avaí não conquistou nenhum, tomou 13 gols e marcou apenas dois. Aproveitamento para envergonhar qualquer torcedor.
Mas aí cabe a pergunta: vale a pena renovar o contrato com o Lisca para 2023 mesmo com todos esses números decepcionantes? Bom, depende das condições e autonomia que o treinador vai ter para montar a equipe, implantar a sua filosofia e proposta de jogo na próxima temporada.
SeguirIndependentemente se a decisão for pela sua manutenção ou pela saída, o planejamento – com a chegada do novo diretor de futebol, é bom deixar claro – já está atrasado. Ano que vem no campeonato nacional, será um outro patamar: é série B. Mas ao mesmo tempo, é um ano extremante importante para o Avaí Futebol Clube: é o ano do Centenário. E o torcedor vai exigir o título de Campeão Estadual e o retorno para a elite do futebol brasileiro.