Mais um passo (sem sucesso) para a criação da Liga do Futebol Brasileiro, a LIBRA

Divergências de valores - e claro, vaidade - atrasam a criação da Liga do Futebol Brasileiro; clubes das série A e B pedem correção de valores e até o momento não chegam ao acordo que agrade a todos

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Um novo capítulo está em andamento na criação da Liga do Futebol Brasileiro, a LIBRA, que entre outros objetivos pretende administrar e organizar os Campeonatos Brasileiros da 1ª e 2ª divisão.

Como reação à proposta inicial onde 8 clubes assinaram a criação da entidade na semana passada na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) agora, 11 clubes da Série A e 12 da Série B apresentaram um documento propondo uma nova divisão dos recursos: a principal divergência entre os dirigentes.

O novo modelo apresentado reivindica, entre outros pontos, a “divisão da receita de 50% igualitário, 25% de performance e 25% comercial, com parâmetros objetivos e mensuráveis; diferença de receita maior e menor clube tendo como alvo o limite de 1,6 ao longo do tempo (referência Premier League) com o teto de 3,5 a partir do primeiro ano e o compromisso de que a série B receba 20 % dos recursos de venda de direitos de transmissão.

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Fortalecer todas as equipes e não apenas aqueles que sempre ganharam mais e deixar a vaidade de lado é não repetir os mesmos erros que afundaram ideias semelhantes do futebol brasileiro do passado como a Copa União e a Primeira Liga que se na teoria, iriam salvar o futebol brasileiro, na prática não cumpriram seus objetivos.

E, pelo jeito, a LIBRA está indo pelo mesmo caminho. Sem acordo, a reunião que estava marcada para ocorrer ontem (11) no Rio de Janeiro foi cancelada.

A novidade desta quinta (12) sobre o assunto, é o novo gestor/dono do Botafogo, John Textor pretende marcar reuniões com dirigentes para entender o motivo das divergências e propor a sua solução para o caso.

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