Memória: Futebol da capital em crise “pode fechar as portas”.

A matéria foi publicada na revista Placar em 1977. Para o Avaí só restava uma solução: vender o seu estádio. E para o Figueirense, sem grana, remontar uma nova equipe.

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Crise dos clubes de futebol vem de mais tempo. – Foto: Acervo Placar/1977Crise dos clubes de futebol vem de mais tempo. – Foto: Acervo Placar/1977

A matéria “Uma ilha de dívidas e dúvidas” assinada pelo jornalista Mário Medaglia na Revista Placar de 1977 não deixava nenhuma dúvida: os clubes da capital “estavam resistindo no futebol catarinense”. Segundo Medaglia, que também assinou uma coluna de esportes aqui no jornal ND impresso, a diretoria do Avaí aguardava o posicionamento do Governo do Estado para vender o estádio Adolfo Konder que ficava onde hoje é o Shopping Beira Mar, no centro da capital.  O que de fato acabou ocorrendo cinco anos depois com a troca do antigo “campo da Liga” pela moderna Ressacada. Casa nova, porém, com os problemas de sempre.

Troca do estádio Adolfo Konder, no centro da capital por um estádio moderno era a solução apontada pelos dirigentes do Avaí em 1977.  – Foto: Acervo Hoepcke/Divulgação/NDTroca do estádio Adolfo Konder, no centro da capital por um estádio moderno era a solução apontada pelos dirigentes do Avaí em 1977.  – Foto: Acervo Hoepcke/Divulgação/ND

Já no Figueirense a situação parecia ser ainda mais dramática. “O Figueirense está imerso em dívidas, resiste”. “Mas os cartolas continuam anunciando seus planos mirabolantes”, alfinetava o jornalista na revista mais importante do futebol nacional entre os anos 1970 a 1980.

Ainda bem esta matéria da crise do Figueirense é de 1977, ufa!

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Scarpelli, vista aérea de 1979. Crise e planos mirabolantes.  – Foto: (Scarpelli 55/Reprodução/ND)Scarpelli, vista aérea de 1979. Crise e planos mirabolantes.  – Foto: (Scarpelli 55/Reprodução/ND)

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