Mister Barroca, explica aqui pra gente a tua alteração no intervalo; ninguém entendeu nada

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NINGUÉM ENTENDEU A OPÇÃO DO BARROCA. Nessa virada de chave do Avaí no Campeonato Brasileiro da Série B, não resta a menor dúvida de que o treinador Eduardo Barroca é uma das peças fundamentais. Além dele, é claro, o apoio da torcida e as mudanças no futebol com a chegada e saídas de atletas. Mas, também é preciso dizer que apesar de empate do time azurra ter sido considerado bom diante do Vila Nova no último sábado, ninguém conseguiu entender a leitura de jogo do treinador avaiano com as suas substituições, principalmente com a entrada do atacante Júlio César no lugar do Felipinho.

A explicação do treinador para essa mudança é, digamos, bisonha. “Fizemos um bom primeiro, o Felipinho estava bem, mas ele sentiu a intensidade do jogo”, tentou justificar o Mister Barroca na entrevista coletiva. Explicação não convenceu a ninguém, talvez nem a ele próprio. Injustificável.

A verdade é que o  Avaí praticamente atuou com um jogador a menos, trazendo o time adversário para o seu campo de defesa abrindo espaço para o gol de empate que acabou ocorrendo. (Em duas jogadas o Júlio César matou a bola na canela e gerou dois contra ataques para o time da casa).  Essa proteção para certos jogadores, notadamente em má fase, caro professor Eduardo Barroca,  pode colocar em risco justamente esse momento bom da equipe que agora respira mais aliviada fora da zona de rebaixamento pela segunda rodada seguida. No futebol o básico é: joga quem está melhor. Sem invenção: simples assim.

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Ninguém entendeu a entrada do Júlio César no lugar do Felipinho. Ninguém. – Foto: Leandro Boeira/Avaí F.C/NDNinguém entendeu a entrada do Júlio César no lugar do Felipinho. Ninguém. – Foto: Leandro Boeira/Avaí F.C/ND