Notas do Avaí: mais um lesionado, as entrevistas ‘indiretas’ e o aproveitamento da base

Receba as principais notícias no WhatsApp

VAI CRESCER NA HORA CERTA? Se o Avaí quiser manter vivo o sonho do título de campeão estadual no ano do seu Centenário, o time do treinador Alex de Souza vai precisar de muito mais qualidade do que vem apresentando até aqui na temporada: vai precisar crescer na reta final. O time azurra, por exemplo, não conseguiu derrotar nenhum dos adversários que terminaram o turno nas quatro primeiras colocações. Ou seja, na hora que precisou de mais força e entrosamento em campo para derrotar o Hercílio Luz, Chapecoense, Brusque e o Criciúma, acabou faltando futebol.

ENTREVISTAS. Que o Avaí está devendo futebol, isso não é nenhuma novidade. Até aqui, o Alex de Souza não tem conseguido fazer o time render; o departamento médico está lotado (e com isso não consegue repetir o mesmo time por mais jogos) e a equipe não inspira confiança. Mas há algo tem me chamado atenção: as entrevistas do Alex de Souza e dos atletas em campo. Há nas entrelinhas uma espécie de acusações ao próximo. O Alex cita a diretoria, os jogadores do meio afirmam que a “defesa não pode tomar tal tipo de gol”. Os experientes citam os jovens atletas “que eles precisam treinar mais as jogadas”.  Alguma coisa internamente não está fluindo bem.

A BASE. É salutar que o Avaí esteja aproveitando bem a base. Nem precisa dizer o quanto a equipe ganha nesse projeto. Mas a má campanha do time  pode levar essa ideia para um lugar perigoso – a culpa pode recair sobre os jovens atletas. Mas a verdade precisa ser dita: quem não está rendendo são os “marmanjos” e os “experientes”  do grupo. Colocar nos garotos a culpa e o peso da responsabilidade pode queimar uma geração de bons jogadores.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

DE VIDRO? O goleiro Igor Bohn, que voltou do DM e jogou contra o Criciúma, foi para novamente para o departamento médico. O repórter do Arena ND+, traz os detalhes:  LEIA AQUI