Seguindo protocolo entre os dois países, o governo da Itália cumpriu o que era cogitado em relação à condenação do ex-jogador do Santos e da Seleção Brasileira, Robinho. Autoridades italianas concretizaram o pedido de prisão para cumprir pena de nove anos, após condenação por estupro coletivo. Além de Robinho, seu amigo Ricardo Falco é alvo do mesmo pedido.
Robinho chega ao L`Hotel Du Collectionneur, em Paris, no dia 22 de março de 2015, dois anos após a ocorrência pela qual foi condenado na Itália – Foto: Rafael Ribeiro/CBF/divulgação/NDOs dois praticaram o crime, conforme condenação, em janeiro de 2013. A vítima foi uma jovem albanesa, de 23 anos, que estava na área vip de uma boate, em Milão. Na época, o então jogador defendia a coisa do Milan.
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Em comunicado direto, o Itamaraty confirmou que recebeu o pedido do governo italiano. Nele, “se transmite decisão daquele país sobre o tema.
Entretanto, Robinho não será preso imediatamente. Não até que a Justiça brasileira analise o caso, conforme praxe nesse tipo de situação. Num primeiro momento, o pedido é encaminhado ao Departamento de Repatriação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Justiça e Segurança Pública (DRCI).
O caso não é simples e não há uma perspectiva sobre onde vai parar. Há norma relacionada, citada na Constituição Brasileira sobre o tema. A competência para análise e decisão final caberá ao Ministério da Justiça e Segurança Pública em São Paulo (MJSP).