Com um público pagante de 13.092 torcedores, o confronto entre o Avaí e o Figueirense realizado no último sábado (04) na Ressacada foi uma saudável exceção em uma rodada de estádios vazios pelos outros cinco jogos da 5ª rodada do Catarinense. É aquele história, clássico não se força, ele se constrói sozinho; com o tempo, com a rivalidade das torcidas e com muita, muita história. No caso do confronto da Capital, ano que vem será comemorado e Centenário dos confrontos entre o Leão da Ilha e o Furacão do Estreito.
Abaixo do clássico (e nem preciso escrever aqui os nomes das equipes, pois intuitivamente todos sabem quais são), aparece o jogo entre o Brusque diante do Criciúma com um público de 2.451. O jogo entre Atlético Catarinense com o novo líder do estadual, o Hercílio Luz, apenas 548 torcedores marcaram presença no Scarpelli, onde a “Águia Josefense” está mandando os seus jogos.
Tirando o jogo o clássico, a rodada foi de arquibancadas vazias, como tem ocorrido (infelizmente) nos jogos do Campeonato Estadual deste ano. E para aumentar a média de público e dar um pouco de brilho no Catarinense, nada melhor que um clássico (autêntico, real e verdadeiro) Avaí e Figueirense para jogar os números para cima. Enquanto isso, teve clássico “genérico” com público nas arquibancadas menor do que a galera que acompanha o time do meu bairro nos jogos do fim de semana, tomando refrigerante e comendo pão com linguiça em volta do alambrados.
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