O maior drama na carreira de um jogador de futebol é quando ele é impedido de praticar futebol. Esse é o drama do volante Patrick que entrou no jogo do Figueirense diante do Criciúma no último domingo e, sozinho, lesionou o seu joelho. Aliás, o lance foi feio, assustador. E a sua saída no carro maca chorando apontava um longo tempo no departamento médico. Azar do atleta, que deve ficar afastado por no mínimo, seis meses, e a percepção de que maré não anda nada boa no Figueirense. Se fosse lá nos anos da década de 1970, muito provavelmente as traves do estádio Orlando Scarpelli amanheceria com porções de sal grosso esparradas no gramado.
Patrick, capitão e volante do Figueirense. Longe do gramado por um bom tempo. – Foto: Patrick Floriani/FFCMas voltando ao voltando ao Patrick, assim que terminou a temporada, pedi a sua saída do Figueirense, não por achá-lo culpado pelo rebaixamento, nada disso. Quando opinei pela sua saída do Figueirense, foi para o bem do próprio jogador que poderia respirar um novo ar na sua carreira. Mas ele ficou, ganhou a condição de capitão e agora vai ficar um longo tempo sem poder ajudar o alvinegro. Força, Patrick.