O fantasma da Elephant, a empresa que geriu o clube em um contrato de arrendamento no Figueirense por três anos, continua assombrando os corredores do estádio Orlando Scarpelli. São lembranças que causam medo e dão arrepios.
Na reunião do Conselho Deliberativo realizado na noite de quarta(07) por videoconferência, o esqueleto da Elephant foi tirado do armário. E, como não poderia deixar de ser, a herança maldita ainda vai atormentar por muito tempo a Diretoria, os Conselheiros e os torcedores. O déficit no balanço do Figueirense foi aprovado com ressalvas: dívida de R$ 165 milhões, segundo auditoria realizada no início deste ano.
Elephant continua assombrando o Figueirense – Foto: Marco Santiago/NDE, segundo aquele quero-quero que dá belos rasantes no gramado do estádio Orlando Scarpelli, mesmo com pouca participação (o clube tem 110 conselheiros, e somente 17 marcaram presença), teve momentos de tensões e significativas abstenções.
SeguirFrancisco de Assis, o presidente do Conselho Deliberativo um dos articuladores para a saída da Elephant S/A pensa em cobrar da parceira os prejuízos. Mas aqui tem um detalhe importante e perturbador. Não foi só a Elephant a responsável pela grande dívida do alvinegro. Coloquem também na conta de outras diretorias passadas. Questão de justiça e coerência.