Já em solo paranaense, o JEC conta as horas para a estreia na série D. Jogando diante do Cascavel, o Tricolor inicia o caminho que só tem um destino final traçado: o acesso. A bola rola às 16h de sábado (5), mas na cabeça de jogadores, comissão técnica e diretoria, o jogo já começou.
Tricolor estreia no sábado (5), contra o Cascavel, no Paraná – Foto: Vitor Forcellini/JEPara o capitão Edson Ratinho, as expectativas são as melhores possíveis e o pensamento é de um campeonato difícil, mas com a certeza do bom trabalho realizado nas últimas semanas. “Nós sabemos da dificuldade que vai ser o campeonato, mas também da importância de ter o pensamento em buscar o acesso o tempo todo”, fala.
Além disso, o lateral ressalta a importância de vencer um adversário tão forte e que vem embalado pela boa campanha no Campeonato Paranaense. Vencer os ‘favoritos’, é fundamental, fala Ratinho.
Seguir“Sabemos que tem as equipes apontadas como favoritas e quando se vence essas equipes, consequentemente consegue o respeito dos adversários porque conquistou um resultado difícil. Sabemos que vai ser isso porque o Cascavel é uma equipe muito entrosada, que joga junto há muito tempo e vem fazendo uma boa campanha no Estadual. Sabemos da importância de uma boa atuação e vamos atrás dos três pontos. Vencendo, a confiança e o respeito dos adversários aumentam”, salienta.
Confiante, o lateral reforça que o JEC precisa começar bem o campeonato para aumentar a confiança do próprio grupo. “Sempre falo que o final é o mais importante, mas temos que dar muita importância ao início porque se você começa bem te dá mais confiança, traz o respeito dos adversários. Sabemos que será um campeonato muito disputado, mas estamos muito confiantes”, diz.
Depois de ser eliminado ainda na primeira fase na temporada passada, o capitão destaca que o time precisa olhar para o passado e não repetir os erros. Para ele, o Tricolor precisa ter melhor aproveitamento nos jogos fora de casa e, especialmente, nos confrontos diretos, quando a classificação se afunilar.
“Foi onde deixamos a desejar e, nos confrontos diretos, precisamos tirar pontos e eliminar esses adversários. No ano passado fomos os únicos que não venceram o São Caetano e aquela vitória, que estava em nossas mãos, foi praticamente o que tirou a nossa classificação. Precisamos tirar lição do que foi negativo no ano passado, tirar proveito para que esse ano as coisas sejam diferentes”, finaliza.