Opinião: Festa da final do Campeonato Catarinense é a ‘festa do interior’; com toda a justiça

A capital do estado de Santa Catarina vai acompanhar de longe a festa do interior do nosso futebol

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A final do Campeonato Catarinense sem a presença do Avaí ou do Figueirense é como se fosse uma volta ao passado. Durante muitos anos, a festa do campeonato estadual foi a “festa do interior”. Entre as décadas de 1920 a 1940, só deu Florianópolis nas decisões. Nos anos da década de 1950, o Paula Ramos aqui da Capital ousou levantar a Taça de Campeão em 1959. E foi só.

Estádio Augusto Bauer, em Brusque – Foto: Camboriú/Divulgação/NDEstádio Augusto Bauer, em Brusque – Foto: Camboriú/Divulgação/ND

A FORÇA DO METROPOL

Nos anos de 1960, a supremacia era entre o Metropol, de Criciúma; diante do Marcílio Dias, Olímpico, Internacional de Lages e o extinto time do Perdigão, de Videira.

PARECIA QUE A CAPITAL DOMINARIA, ATÉ QUE SURGIU O JEC…

No início da década de 1970, parecia que Avaí e Figueirense iriam voltar a dominar por completo, com as conquistas intercaladas entre os dois rivais entre os anos de 1972 a 1975, até que apareceu o Joinville em 1976, fruto de uma fusão entre o Caxias e América: o JEC empilhou 8 conquistas seguidas.

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A FORÇA DO CRICIÚMA E A RECONQUISTA DOS ESTADUAIS PELA DUPLA AVAÍ E FIGUEIRENSE

Nos anos da década de 1990, foi a vez do Criciúma brilhar nos primeiros anos. Daí em diante, a dupla da capital se revezou nas conquistas dos títulos, recuperando a força no estado. Avaí e Figueirense são os mais vezes campeões do estado com 18 conquistas cada.

Neste ano, a briga é entre o Brusque e o Camboriú. E com justiça, até porque foram as melhores equipes. E aqui da Capita, vamos acompanhar novamente a “festa do interior”.

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