Opinião: No empate com gosto de derrota do Avaí na Ressacada, um time sem repertório de criação

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O bom primeiro tempo do Avaí diante do Athletico-PR na manhã deste domingo (11) no estádio da Ressacada, quando foi para o vestiário com o placar favorável de 1 a 0, gol do Pottker, acabou sendo comprometido logo no início da segunda etapa, quando a defesa deixou livre o atacante Terans que empatou após um chute de fora da área, onde o goleiro Gledson praticamente não saiu do chão.

Galdezani, do Avaí, em mais um jogo da Série A 2022 – Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC/Divulgação/NDGaldezani, do Avaí, em mais um jogo da Série A 2022 – Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC/Divulgação/ND

Enredo mais do que batido para um time que não vence há 9 jogos e que, obviamente, não consegue sair da zona do rebaixamento da Série A do Campeonato Brasileiro. Daí em diante, mesmo tendo mais posse de bola e com as substituições do Eduardo Barroca improvisando um lateral e um volante da zaga, faltou qualidade e repertório para chegar ao tão sonhado gol da vitória, algo que não ocorre para o time azurra, há dois meses.

O time paranaense ainda perdeu a chance da virada no fim, quando a bola bateu na trave. Motivos de sobras para esgotar a paciência da torcida que estava na Ressacada: o apoio se transformou em vaias.

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Dois toques

  • Assim que o Muriqui (protegido pelo treinador Eduardo Barroca) entrou no gramado, as duas equipes jogaram com um jogador a menos.
  •  Após a expulsão do jogador do time visitante, o Avaí abusou de bolas alçadas na área. Ou seja, no geral, um repertório fraco, sem criatividade.
  •  O volante Fernandinho era para ter sido expulso na primeira etapa.
  • Você, como gestor de futebol, manteria um profissional que tem apenas 32% de aproveitamento na carreira?
  • Quando o Guerrero vai começar a jogar pelo Avaí?
  • Na entrevista coletiva Barroca voltou a repetir: “a vitória vem no próximo jogo”.