Na noite deste sábado (06), no estádio da Ressacada, o Avaí empatou em 1 a 1 diante do Corinthians. O resultado em si, não foi ruim, levando em consideração a qualidade do adversário. (Na verdade outras derrotas na competição é que servem motivos para o torcedor lamentar). Mas a pergunta que cabe é a seguinte: por que o Avaí não consegue segurar o ritmo ofensivo durante toda a partida?
No confronto de ontem diante do Timão, o Avaí novamente saiu na frente (realizando um bom primeiro tempo), mas sofreu – e muito – na segunda etapa acuado no seu sistema defensivo correndo o sério risco de sofrer uma virada, como aliás, já ocorreu 4 vezes neste Campeonato Brasileiro da Série A (Atlético-MG, Cuiabá, Flamengo e América-MG). Portanto, uma situação recorrente da equipe sob o comando do treinador Eduardo Barroca é que o primeiro gol anotado pelo Avaí, ao invés de trazer alívio, traz a percepção de preocupação com o crescimento do adversário deste momento em diante.
Mais uma vez o Avaí abre o placar e depois cede espaço para os adversários. – Foto: Frederico Tadeu/Avaí FC/Divulgação/NDA primeira análise sobre essa incômoda sensação de “cavalo paraguaio” da partida, traz um si uma pequena defesa do treinador: as outras equipes costumam crescer, depois que os treinadores dos times adversário fazem alterações nas equipes. E aí pesa o fator qualificação de elenco. Vimos isso nos jogos diante do Atlético-MG, Flamengo e ontem, diante do Corinthians. Ocorreu também diante do Palmeiras, que também conseguiu uma virada diante do Avaí – a diferença é que neste jogo o time Azurra conseguiu empatar.
SeguirMas, se acima aliviamos para o treinador Eduardo Barroca por causa do elenco à disposição no banco de reservas em comparações com as grandes equipes, aqui vai a crítica: o treinador do Avaí demora muito a perceber esse problema na partida. E quando mexe – ou mexe mal como ocorreu diante do América-MG- o faz as mudanças quando o jogo já está se encaminhando para o final. E o adversário muda no intervalo ou bem no início da segunda etapa.
Outra situação que vale uma análise é a condição do preparo físico da equipe. Sem os números na mão do desempenho de cada atleta, cabe a pergunta: por que os adversários conseguem correr mais na construção ofensiva das jogadas e o Avaí menos?